terça-feira, 14 de julho de 2009

Diretor homossexual da Universidade de Duke acusado de oferecer filho adotado de 5 anos para sexo

Diretor homossexual da Universidade de Duke acusado de oferecer filho adotado de 5 anos para sexo

Kathleen Gilbert

DURHAM, Carolina do Norte, 30 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma autoridade abertamente homossexual da Universidade de Duke foi acusada de entregar seu filho negro adotado de 5 anos para predadores sexuais online.

Frank Lombard, subdiretor de 42 anos do Centro de Políticas de Saúde e um assistente social clínico licenciado, foi preso na quarta-feira depois de convidar um agente policial disfarçado para tirar vantagem de um de seus dois filhos, os quais ele adotou com seu amante homossexual.

O Departamento de Polícia Metropolitana de Washington D.C. e o FBI conduziram a operação policial.

Os investigadores receberam informações secretas acerca da atividade criminosa de Lombard por meio de um informante que disse que ele havia visto Lombard abusar sexualmente de uma criança negra quatro vezes num serviço de chat de vídeo de internet chamado ICUii. O informante disse que Lombardi se descrevia em seu perfil como “papai pervertido em busca de diversão”.

De acordo com o mandado de prisão proposto pelo Detetive Timothy Palchak, da Polícia Metropolitana de D.C., Lombard disse para o detetive disfarçado que ele havia estuprado seu filho em várias ocasiões desde a infância, e que “o abuso da criança era mais fácil quando a criança era nova demais para falar e saber o que estava acontecendo, mas que ele havia drogado a criança com Benadryl durante o abuso”.

O FBI declarou que as duas crianças haviam sido levadas ao lar de Lombard. A Secretaria de Serviço Social da Carolina do Norte havia dado a ele a custódia protetiva delas.

Lombard será transferido para Washington, D.C. nesta semana para enfrentar acusações federais, e poderia ganhar até 20 anos de prisão se condenado.

Michael Schoenfeld, porta-voz da Universidade de Duke, disse para o noticiário ABC News que Lombard, empregado de Duke desde 1999, foi colocado sob licença sem direito a salário.

O Dr. Paul Cameron, diretor do Instituto de Pesquisa da Família, disse que o caso parece coincidir com um padrão de abuso estabelecido numa recente análise da literatura descrevendo o impacto de pais homossexuais em seus filhos. A entrevista, feito pelo Dr. Cameron e publicada na revista Psychological Reports (que é revisada por especialistas), observou que tais crianças eram mais freqüentemente expostas a abuso sexual perpetrado por pais.

“Embora nem todo pai gay abuse de seu filho, a literatura científica registra uma incidência muito mais elevada de abuso cometido por pais gays ou pais adotivos”, Cameron disse. Cameron, especialista em questões de pais adotivos e adoção homossexual, também disse que provavelmente a criança vítima “adquiriu um interesse em sexo gay por meio dessas atividades”.

Cameron citou um estudo do Instituto Kinsey de 1978 que revelou que 23% dos homens homossexuais pesquisados confessaram ter feito sexo com meninos.

“A conversa hipócrita de que ‘pais gays não têm grande probabilidade de abusar’ não tem base em evidências, mas na ideologia esquerdista”, disse Cameron.

“Ao apoiar a adoção gay, o Presidente Obama, o Estado da Carolina do Norte e a Universidade de Duke são igualmente culpados por essa tragédia. Os homens que fazem políticas públicas deixam que dogmas os ceguem para as evidências que estão na literatura há anos”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/diretor-homossexual-da-universidade-de.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09063006.html

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