sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

O que decidi sobre o Natal

Imagine só! Decidi nunca mais comemorar ou participar de qualquer coisa relacionada ao Natal. Se é assim mesmo, peço encarecidamente que me entenda. Entenda bem e interprete corretamente o que estou escrevendo. Leia aqui as razões colhidas de "emails" e cartas que tenho recebido e de artigos e livros que já lí.


Peço-lhe que analise e medite bem e com honestidade, sem preconceitos, as minhas próprias razões.
Sendo assim, ao final você chegará a conclusão que desejar, mas também não me julgará pela decisão que realmente tomei.


Afinal de contas o que me escreveram eu já sabia. Que o Natal é uma festa de Roma.
Um irmão amado em seu email afirmou que "nós somos de Jerusalém e não de Roma. Temos que resgatar tudo aquilo que nos foi roubado, o que vem dos judeus e não um costume imposto, de Roma. Esse Natal não é dos cristãos... Este altar de enfeite de luzes na cidade que nossas crianças aprendem a admirar, não passa de um altar a um deus pagão."


"A nossa cultura e costumes têm prendido muitos cristãos à Roma, quando a revelação da Palavra veio pelos Judeus (de Jerusalém); temos que resgatar as festas Bíblicas, instituídas pelo nosso Deus."
Entretanto, as festas bíblicas quando foram instítuidas por Deus eram sombras das coisas vindouras. Foram instituídas para o povo judeu e celebradas pelo povo judeu.
Eu não sou judeu, quero dizer, ainda que seja descendente de judeu, minha religião não é o judaísmo. Como também minha religião não é o Cristianismo. Sigo, sirvo e adoro a Jesus, uma Pessoa, e não uma religião.


Não há nenhuma menção no Novo Testamento que os discípulos de Jesus, senão provavelmente os judeus, celebraram as festas judaicas.


Não guardamos o sábado, porque Jesus é o nosso Sábado (Shabat). Não celebramos a Páscoa, porque Jesus é a nossa Páscoa, o Cordeiro Pascal. Também não celebramos as festas dos pães asmos (sem fermento), de fato, expurgamos 'o fermento velho, para que sejamos massa nova, assim como somos sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.'"Pelo que celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade." (I Coríntios 5:7-8).


Celebramos a Yeshua! Ele é a nossa Festa.


No Novo Testamento, não há menção que os cristãos de Antioquia, Éfeso, Corínto, Colossos ou de tantas outras cidades celebraram o "Yom Kipur", porque Yeshua é o nosso Perdão e a nossa Propiciação.


Não celebraram o Chanucá, porque "a festa das luzes" nem foi instituída por Deus e só foi mencionada no Livro apócrifo de Macabeus. É festa dos judeus, de suas belas e significativas tradições.


Não celebraram o Purim, porque além de não ter sido também instituída por Deus e sim por Mardoqueu, foi um costume puramente judeu praticado a partir do grande livramento que Deus deu aos judeus nos dias de Ester.


Mas se algum cristão ou igreja quiser celebrar estas festas com os judeus, mesmo não sendo judeu, não existe nenhum texto nas Escrituras, especialmente no Novo Testamento, que proíba, desde que não se sacrifique nenhum cordeiro e não se imponha aos outros estas celebrações como as outras, Tabernáculos, Colheita, etc.


É bem verdade que não existe também nenhuma menção no Novo Testamento da celebração do Natal entre os díscipulos, como também não existe nenhuma proibição.


"Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo." (Colossences 2:16-17).


Se decidi mesmo, seguindo esta corrente evangélica da não comemoração do Natal, não darei mais presentes para meus familiares e amigos porque "troca de presentes... nesta data significa que adoramos a um deus pagão, onde o ritual nórdico exigia que eles fossem para as montanhas de madrugada e lá chorassem em sacrifícios. Esperavam os primeiros raios de sol da manhã e entregavam presentes uns aos outros, em adoração, dizendo: "Que você jamais esqueça dos deuses sobre nós". "O presente significa eternizar o pacto, trazer a benção dos deuses.
Tertuliano, teólogo católico, disse que não podia compactuar com essa mentira, o sol nunca pode ser deus, porque o Deus dos cristãos foi Aquele que criou o sol."
Qual é o discípulo de Jesus que em sã consciência daria um presente ao seu filho como se estivesse adorando ao Sol?
Que poder é este que este mito tem em impor um significado ao meu gesto de dar um presente como se tivesse adorando alguma divindade?
Como se ao subir a escadaria da Igreja da Penha me fizesse um devoto de "Nossa Senhora", tomasse um banho no Rio Ganges me fizesse um praticante da purificação hindu ou se ao visitar Meca me tornasse um mulçumano.


Não faz mal, a despeito do "frenesi" mercantilista das lojas, desfrutar das nuances culturais do Natal, ou seja, de seus aspectos e das tênues diferenças entre eles, desde que não me torne partícipe das obras infrutuosas das trevas que são a avareza, a idolatria, a impureza e a cobiça. (Ver Efésios 5)


Que mal ou que pecado existe em admirar-se na época de Natal a criatividade das ruas enfeitadas com luzes brancas, vermelhas e azuis; em meio ao calor dos dezembros brasileiros imaginar a neve olhando para o algodão branco nas árvores e no chão ou de dar e receber presentes sem com isto estar adorando algum deus?


Pois na verdade, os pais, discípulos de Jesus que dão presentes aos seus filhos não têm nada a ver com esta prática nórdica, nem sabem lá o que significa isto!


Na minha própria casa nunca tivemos árvores de Natal, muito menos com pentagramas, bolas, guirlandas, guinomos e outros bichos, entretanto, conheço centenas de casas de amigos e familiares cristãos que enfeitam suas casas com "árvores de Natal" sem nenhum símbolo pagão. Porque os julgaria e num arroubo de fanatismo diria que nem árvore deveriam ter porque até a árvore já é um símbolo pagão? Quem fez a árvore não foi o próprio Jesus, o Criador? Como o arcoíris passaria a ser um símbolo de algum movimento humano quando de fato é o símbolo da aliança que Deus fez com o homem de não mais destruir com água o que há sobre a Terra?


Ontem participei de um concerto de Natal na escola de meu sobrinho Filipe. Toda a escola com mais de 700 alunos praticamente lotou o auditório. Uma linda orquestra de violinos, violoncelos e um piano tocou hinos de Natal que anunciavam a vinda do Salvador Jesus ao mundo. A orquestra composta pelos próprios alunos da escola entoou peças musicais sobre a Alegria de todos os homens. Em seguida, um coral de adolescentes cantou a respeito do Verbo que se fez carne, do menino que encheu de admiração os presbíteros do templo de Jerusalém pelas respostas que deu a eles. O coral cantou também sobre o homem de Nazaré, o Filho de Deus, que foi até ao Jordão ser batizado por João. O coral cantou sobre a voz que ouviram naquele dia: "Tu és Meu Filho Amado em Quem está todo o Meu prazer." O coral de adolescentes cantou a oração do jardim, que Jesus fez ao Pai no Getsemâni e da resposta que Lhe deu dizendo que faria a Sua Vontade. O coral cantou de Sua crucificação e morte, de Seu sepultamento e de que ao terceiro ressucitou. O coral com a canção proclamou o Evangelho. Fiquei maravilhado só em pensar que somente aqui nos Estados Unidos milhares e milhares de escolas celebraram esta semana a mesma festa, uma tradição desde os primeiros colonizadores cristãos que aqui chegaram, numa época que não havia "shopping centers" nem toda esta "extravaganza" relacionada com esta data.
Ao mesmo tempo, fiquei aterrorizado só de pensar que tudo o que está relacionado ao Natal, especialmente e exclusivamente no que diz respeito ao nascimento de Jesus, a única coisa que ainda resta de menção a Jesus Cristo, no meio do que hoje conhecemos ser esta cultura corrompida e perversa, venha a desaparecer por conta de um movimento de evangélicos para acabar, destruir e eliminar o Natal e as suas festividades.
Fiquei aterrorizado em pensar seriamente que é assim mesmo que acontece na Rússia, na Coréia do Norte, no Vietnan e na China comunistas com seus bilhões de habitantes, nos países mulçumanos também com seus milhões e milhões de habitantes, em toda a Índia e seus países vizinhos com seus milhões e milhões de habitantes, enfim, em praticamente toda a Ásia e Oriente.
Não existe Natal!
Quando seus milhões e milhões de crianças acordam pela manhã no dia 25 de Dezembro não existe a mínima menção ou mesmo a ínfima possibilidade de alguém perguntar que data é esta tão especial a respeito de um nome Jesus.
Porque a metade do mundo não conhece os paganismos do Natal, é verdade, muito paganismo; não conhece a alegria de presentes que se encontram no caminho, que compartilhados hoje não têm nada a ver com a prática dos pagãos de centenas de anos atrás, mas também não podem ouvir a história do Salvador que veio ao mundo, que nasceu em Belém, seja lá que dia foi.
Não ouvem sobre o Deus que se fez carne e habitou entre nós, e vimos a Sua Glória como a Glória do Unigênito do Pai.


Decidi sim, só na imaginação, que jamais celebraria com meus familiares e milhões e milhões de cristãos o Natal de Yeshua, sim, o nascimento de Jesus.


Somente numa leve imaginação deixaria de cantar Seus hinos lindos, do Salvador que veio ao mundo. Só na imaginação e muito passageira, deixaria de perder a oportunidade para proclamar a Mensagem da Cruz e o significado de Seu Nome, o Salvador dos pecados de seu povo, no meio de toda esta comercialização avarenta e de todos os símbolos pagãos que foram associados ao Nascimento do meu Salvador.


Decidi sim, só como um leve vapor em minha cabeça riscar de vez a única oportunidade de proclamar e redimir a verdadeira mensagem do Evangelho do Reino que ainda resta no meio da cultura.Quem nasceu em Belém não foi um menino. Quem nasceu em Belém foi o Rei de toda a Terra.


Wassalam Issá Akbar
Josimar Salum


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Pr André

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