quarta-feira, 10 de novembro de 2010

As investidas das trevas contra crianças e adolescentes e de como deter isso

Ap. Jesher é entrevistado por Lagoinha.com

"Elas serão sempre o maior alvo".

"Elas serão sempre o maior alvo".
Em entrevista exclusiva, Jesher Cardoso, autor da obra Crianças Precisam de Libertação, fala das investidas das trevas contra crianças e adolescentes e de como deter isso

Sua primeira experiência em libertação com crianças foi há mais de dez anos, numa igreja em que fora convidado, com a esposa, para trabalhar. Ali eram atendidos meninos e meninas de rua. Enquanto buscava em Deus uma explicação para o que ocorria atéaquele momento em sua vida e a razão por estar nesse lugar, é chamado às pressas por uma professora em pânico e apavorada, que acabava de entrar na sala onde estava para pedir socorro. Uma criança de apenas quatro anos estava fora de si e endemoninhada. A força que ela tinha era tão descomunal e desproporcional que três professoras que tentavam controlar a situação sequer conseguiam segurá-la. Impelido quase que à força pela urgência da circunstancia, sentiu-se coagido a agir e a fazer algo pelo próprio bem da criança. Ali mesmo, sem qualquer experiência em situações desse tipo, mas movido pela compaixão, ele a tomou no colo e começou, brandamente, a expulsar o espírito que a estava atormentando, enquanto dirigia-lhe palavra de amor e carinho. Mal havia terminado a ministração e a libertação, ele ouviu a sentença divina em alto e bom som: "Faça o mesmo com os outros." Começava aí o ministério de libertação infantil para o qual estava sendo chamado.

Após ter ministrado individual e coletivamente há centenas de milhares de crianças e adolescentes com idade ente zero a 17 anos, ele tem experiência de sobra. Tanto que hoje ensina a outros a fazerem o mesmo e a implantarem esse tipo de ministério na igreja onde congregam. Abriram escolas com finalidade de ensiná-los a serem ministros de libertação e cura interior para esse público. Milhares de pastores e lideres já foram treinados por ele. "Tudo o que Deus nos deu e aprendemos com Ele na prática, estamos repassando por meio do ensino. Pois cremos que o Seu mover é o ensino, a escola, a educação", afirma Jesher Emilio Cardoso. Casado, pai de duas filhas e avô de três netos, Jesher é líder da Missão Evangélica Shekinah e da Rede Apostólica da Aliança, e membro do Conselho Apostólico Brasileiro. É também autor do livro Crianças Precisam de Libertação, na sua oitava edição e com milhares de cópias já vendidas. Tem viajado país e mundo afora ministrando aos indivíduos e às famílias dentro e fora da igreja e também divulgando e implantando nas igrejas o ministério de libertação infantil. Com a esposa, Maricleyde Cardoso, tem também ministrado seminários a pais, professores, educadores e a todos que direta ou indiretamente lidam com crianças e adolescentes. Somado os anos de experiência na área, já ministraram a centenas de milhares pessoas. A Igreja Batista da Lagoinha hoje também tem um ministério dedicado à libertação infantil, liderado pelas pastoras vera e Vasti. Nessa entrevista que concedeu gentilmente ao portal Lagoinha.com (publicada originalmente no periódico semanal da igreja, Atos Hoje, mas de forma mais condensada),  Jesher Cardoso traça, majestosamente, uma radiografia do quadro espiritual em que se encontram as famílias, com situações delicadíssimas, onde as criança são a maiores vitimas. Suas palavras são mais que elucidativas. São um alerta para pais, professores, pastores, líderes, governos, e para a própria Igreja de Cristo, de que se algo não for feito agora, a colheita das trevas de gerações e gerações de semeadura será mais que uma ameaça, mas um fato e uma realidade. Os sinais já estão aí. E só a Igreja pode deter isso.

Duas palavras rápidas, uma de cautela e a outra de esclarecimento. A de esclarecimento: desejosos de saber do apóstolo o que ele diria sobre a relação criança versus satanismo, uma vez que muitas delas estão inseridas nesse contexto por conta de iniciações e imersão na alta magia, por adultos ou (i)responsáveis, para fins futuros maléficos e malignos, ou mesmo porque são recrutadas, forçosamente, para rituais e sacrifícios em oferendas a entidades altamente satânicas, ele deixa claro que essa é uma terrível realidade, mas que os detalhes sobre essa questão são delicados e melindrosos demais para serem mencionados abertamente numa entrevista como essa, e que isso só é  feito no contexto de seus seminários que realiza, preservando, claro, a identidade dos envolvidos, inclusive da própria criança e sua família. A outra palavra, de cautela, é essa: nem tudo que acontece com as crianças é espiritual ou demoníaco, embora reconheçamos que o diabo é um ser legalista e oportunista. As fontes que lidam com libertação infantil são unânimes em afirmar que a libertação infantil só necessária quando os pais já fizeram e fazem de tudo em relação a educação e formação espiritual delas, e que mesmo após tudo isso, ela ainda assim exibem um comportamento anormal e questionável. Dito tudo isso, segue então a entrevista:

Lagoinha.com (LC): Decorrido mais de dez anos de envolvimento e ministração com cura interior e libertação, o que tem percebido em relação à situação das famílias cristãs e não cristãs e como justificaria essa situação?
Jesher Cardoso (JC):
Posso afirmar que continuamos correndo atrás do prejuízo. Só nas Sete Semanas de Libertação em São Paulo, às segundas-feiras, já ministramos para mais de 40.000 pessoas (crentes), trabalho este que desenvolvo há mais de 20 anos, observo que para algumas famílias, há mudanças radicais, mas não para todas. Há muitos que desejam mudar e fazer a diferença. A estatística geral da Igreja, poderia ser diferente por tudo que já se ministrou (diversos ministérios, células, encontros, etc) todavia, o número crescente de membros continua em expansão, e as igrejas não têem tido tempo ideal para libertar e curar estas vidas, porque as vezes o enfoque maior está em consolidá-las. Com isso, há um aumento nas estatísticas de membros, o que acaba sendo "perigoso" se o líder focar-se somente neste crescimento, acabará por ter um grande rebanho doente e um tanto "deformado", gerando assim, famílias com as mesmas características.

LC: Ainda em relação às famílias, poderia mencionar as situações mais comuns e ainda as mais drásticas que tem visto em relação ao tratamento delas com as crianças?
JC:
O Brasil é muito grande, e as estatísticas devem que ser feitas por região. No norte e nordeste, continua o abuso sexual, nas suas mais diversas e horríveis maneiras, como a principal causa. Já nas demais regiões, a influência da mídia e a sua tecnologia (TV, DVDS, Internet), acabam por substituir a ausência dos pais, os quais alegam não terem tempo para educar seus filhos; e o pior ainda, grande parte de pais que se dizem cristãos, não se interessam por suas crianças, e muito menos pelo que estão recebendo através destes meios contaminados, ou com quem passam grande parte do dia.

LC: No contexto dessa problemática familiar, as crianças parecem ser as maiores vítimas. O que pensa a respeito?
JC:
Sempre foi assim. As crianças são o alvo preferido de satanás, porque ele sempre investe nas próximas gerações. Uma das maneiras de destruir as crianças é usando a própria família, por não buscar entendimento sobre cada fase na vida de uma criança, e que determinadas marcas poderão fazê-las infelizes em todo percurso de suas vidas. Casais tem ido para o casamento, sem preparo, sem aconselhamento adequado, até para que em tempo adequado possam gerar filhos saudáveis em todos os aspectos. Em decorrência dessa falta, mesmo antes de conhecerem seus bebês, ou seja, em plena gestação, os mesmos já são rejeitados, marcas estas, que se não forem tratadas, abrirão um caminho de amargura, revolta, desvio de personalidade, baixo-estima, desejo de morte…e assim por diante.

LC: Mais especificamente a partir de agora, em relação à ministração e ao envolvimento em cura interior e libertação com crianças e adolescentes, há quanto tempo está em atuação e o que o motivou a focar também esse público? Foi a partir de algo que viu e/ou ouviu ou de uma experiência própria?
JC:
O ministério da Missão Shekinah, iniciou em 1989, com uma forte direção para adultos. Mas 4 anos após, Deus começou usar profetas para falar comigo sobre crianças. Eu posterguei muito este assunto, até o dia que Deus enviou o "cajado", e tivemos que alterar drasticamente nossos alvos. Depois que começamos a ministrar também com crianças, pudemos entender que ali estava a solução, mesmo que fosse a longo prazo, pois satanás já estava usando desta estratégia (investir em gerações) e prevalecendo sobre a Igreja. Uma criança curada, liberta e cheia do Espírito, será muito mais útil ao longo do tempo do que um adulto. Lembre-se, uma criança ainda tem toda uma vida pela frente, e um adulto talvez, somente meia-vida.
Temos visto mudanças radicais em famílias, em decorrência de uma criança curada e liberta, dentro dos lares.

LC: Acerca de livro Crianças Precisam de libertação, o que diria de sua   repercussão e seu impacto, haja vista que parece ter havido certa resistência e mesmo hostilidade por parte de pais, familiares e da própria liderança de algumas igrejas evangélicas quanto ao tema proposto, por não acreditarem que crianças e adolescentes podem estar sob influência e ataque das trevas, com alguns casos inclusive de possessão consciente ou inconsciente?
JC:
Realmente no início esta reação aconteceu, fato que testemunhamos no próprio livro, mas hoje pela graça de Deus, este livro já está em sua 8ª. edição, já chegou em Portugal, e agora está sendo concluído em língua espanhola para chegar à toda America Latina, Central, e até o México.
Temos recebido inúmeros testemunhos de pais, professores e profissionais da área, que puderam usufruir do conteúdo deste livro, à favor de suas crianças.
No próximo mês de novembro, de 22 a 26, estaremos ministrando alguns dos temas deste livro, numa conferencia latino americana que se realizará na Costa Rica. Louvamos a Deus por isso.

LC: Comparando o cenário que se tinha quando escreveu o livro e o que se vê hoje, essa hostilidade ainda existe?
JC:
Quase não existe mais esta hostilidade, graças a Deus, exceto pequenos redutos de pastores que se colocam muito tradicionais, fechando-se em  seus próprios pontos de vista.

LC: E acerca de seus seminários focados nessa área? O que tem percebido de positivo e negativo desde quando começou a ministrar até hoje em relação a percepção ou não do público para quem ministra sobre o tema proposto, tendo como base seu livro?
JC:
As reações tem sido tremendas, pelo grande número de curas e libertações que ocorrem com as crianças. Igrejas tem mudado sua postura em relação às crianças, começando a investir o melhor no ministério infantil, e o resultado tem sido tremendo, pois Deus honrará todos os que investirem em crianças (..dos tais é o Reino dos céus..). A procura para os seminários nesta área tem sido tanta, que hoje temos um casal de apóstolos que nos ajudam nas agendas, ministrando também em diversos locais.

LC: Comparado à geração anterior, nunca antes as crianças e os adolescentes foram e têm sido alvo das trevas como agora? Como justificaria isso?
JC:
A explicação é simples. Os meios de comunicação, falada, escrita, televisada, internet, facilitam muito o projeto do reino das trevas. Por exemplo, se no passado, o reino das trevas precisava usar muitos demônios para atuar sobre as pessoas de toda a terra, hoje, apenas um demônio, pode influenciar a Mundo todo. Como? Um demônio apenas, influencia um diretor de filmes, por exemplo, em Orlando, (Disney), e este faz um desenho animado onde são colocadas estas influências, em poucos dias, as crianças do mundo inteiro estarão sob os efeitos daquele desenho contaminado. Outro demônio, também sozinho, influencia um estilista na Europa para uma moda sensual, em poucos dias, todas as crianças e adolescentes do mundo inteiro estarão sob a influência daquela moda sensual. E assim em cada área, satanás tem enviado suas influências de maneira muito sutis.

LC: Em relação aos ataques e às investidas das trevas, como tem sido? Que situações tem percebido? (Digo, em relação às crianças e aos adolescentes?)
JC:
Os mais variados tipos: Desde desenhos animados (endemoniados) que infestam a televisão, até a simples coleção de figurinhas como Dragon Ball, e jogos de RPG, Games de modo geral. Hoje principalmente na Educação, estamos tendo todo o tipo de principado se manifestando, colocando-se no currículo escolar, e as crianças são conduzidas a leituras de livros sobre Bruxaria, Feitiçaria, etc, com a finalidade de iniciá-las em tais práticas. Também em algumas escolas, crianças estão sendo ensinadas que o sexo (gênero), não é mais definido pelo órgão genital, mas pela "cabeça" (mente). Em outras palavras, cada criança pode decidir que sexo quer ser (menino ou menina), independente do seu órgão genital.

LC: Ainda em relação aos ataques e às investidas das trevas, que caso ou casos poderia citar de mais grave e que mais lhe chocou e comoveu? Poderia citar? Preservando, claro, a identidade delas. (Seria positivo, apóstolo, para que as pessoas entendam a gravidade da situação e como algo precisa se feito. Nosso foco não é o sensacionalismo)
JC:
Um dos casos que mais nos chocou, foi um caso de uma menina que aos 6 (seis) meses, foi estuprada pelo seu padrasto, violentada de tal maneira, que ao ser socorrida, teve seus órgãos genitais totalmente rompidos, hematomas por todo seu corpinho, e por conseqüência uma cegueira. Infelizmente, este é apenas um dentre tantos casos, cujas mães desestruturadas, amasiam-se com homens que na maioria das vezes  nem tiveram tempo de saber seu histórico de vida. E o pior ainda, saem para seus trabalhos deixando seus filhos vulneráveis a esse tipo de acontecimento.

LC: Comparado  à época em que nasceu e o período de sua educação até um dia se casar e ser pai e hoje já avô, o que considera como sendo o maior desafio hoje nessa geração, tanto natural quanto espiritualmente? E por quê?
JC:
O grande desafio é como pai e avô, participar desta geração onde a modernidade, a educação nas escolas, a liberdade da mídia, que tenta incutir na mente humana, através de horas e horas, com tudo o que é ruim (este mundo jaz no maligno), ter equilíbrio para manter proximidade da geração que está crescendo, conquistá-los em amor, para não sermos repressores, mas conselheiros sábios. Ser pai, incluo aqui também espiritual, é um dos maiores desafios que temos vivido, onde sentimos o peso da responsabilidade, onde deparamos ao nosso redor olhares carentes e confiantes de que encontrarão respostas aos seus questionamentos, mas gratificante pela alegria interior de fazer parte desta geração, que está cada vez mais próxima de ver a volta de Jesus.

LC: Ainda em relação a esses desafios, como os pais podem e/ou devem superá-los?
JC:
Somente aos pés do Senhor, buscando Nele a cada dia, sabedoria, graça e ânimo para nunca desistir.

LC: Num quadro avaliativo de toda sorte de males sociais e espirituais envolvendo crianças e adolescentes, que vai da miséria e do descaso, passando pela prostituição e pedofilia, pelas drogas e criminalidade, pela orfandade e maus tratos, até chegar aos fatores espirituais como a iniciação e o engajamento para o ocultismo, a bruxaria, o vampirismo, só para citar uns poucos, o que diria? Sinal dos tempos? Fúria das trevas? Resultado e consequência da semeadura de sementes daninhas por parte de gerações passadas? Omissão das famílias, dos governos e até mesmo da própria igreja evangélica? Ou a soma de tudo isso?
JC:
Com certeza é resultado de uma soma de diversos fatores. Seria muito fácil dizer que é o final dos tempos, e na verdade é, ou ataque do reino das trevas, o que também é verdade, mas Deus colocou a Igreja como a maior força na face da Terra. Então posso afirmar que o avanço das trevas é omissão da Igreja. A Igreja tem se preocupado somente com os adultos, como dar o melhor a eles: bons templos, bons espaços, bons cultos, e as crianças??? Estão nas dependências do fundo, sem material próprio, sem professores especializados, sem verbas financeiras, sem tempo e atenção específicos pra elas. Talvez o problema de alguns líderes, seja que o ministério com crianças não dá "ibope" nem traz dinheiro (dízimo e  ofertas). A Igreja pode mudar esta situação, e tem poder para isto.  Eu creio que Deus está esperando isto da Igreja brasileira, pois o avivamento não poderá vir, enquanto a Igreja não se posicionar com relação a este chamado que Jesus deu a sua Igreja.

LC: Frente a todos esses desafios e essas situações, resta ainda esperança para as famílias, mais particularmente para as crianças e os adolescente?
JC:
É óbvio que há. Na política isso se chamaria de "vontade política". Na igreja eu chamaria de "vontade religiosa". Oro ao Senhor para que se levantem "ventres espirituais", para gerarem uma nova geração sarada, curada, amada e especial, através de uma profunda intercessão, com clamores de arrependimento por todos os maus tratos e negligência da Igreja para com as crianças.

LC: Na sua opinião, quem mais precisa de ajuda: os filhos ou os pais? Por quê?
JC:
Quem mais precisa de ajuda são os pais. Os filhos são termômetros do seu lar. Permita-me deixar algo bem claro. Uma família equilibrada em que os pais educam e ensinam e sabem o que é guerra espiritual, que sabem da importância de dar cobertura aos filhos e ensiná-los, em casa, como diz a Bíblia – e ela afirma que é dos pais, em primeiro lugar, essa responsabilidade, em não da igreja e/ou da escola -; uma família que tem a prática do culto familiar ou doméstico, que ora com e pelos filhos, não tem problema algum com ataques ou investidas das trevas. Mas uma família que deixa a educação dos filhos por conta dos outros ou deles mesmos, que não disciplina, não ensina e que não traz a realidade do que é a guerra espiritual para dentro de casa, não tenha duvidas que o inimigo irá atacá-la sempre. A responsabilidade maior é sempre dos pais.

LC: Uma palavra de alento e alerta aos pais e às famílias, aos governos e à própria igreja
JC:
Me recordo da Palavra de Salomão (I Reis 3:16 a 28) ao deparar com duas mães brigando por uma só criança: "Vamos cortá-la ao meio, e cada uma ficará com uma parte". A mãe verdadeira reagiu fortemente contra esta atitude, pois queria sua criança com vida, não se importou que preço pagaria.
As famílias, a Igreja e o governo, necessitam estar dispostos a pagar o preço para que crianças tenham vida. Vida completa, saudável, com excelência. Isto é possível, se a Igreja entender seu papel fundamental, em ajudar as famílias a buscarem equilíbrio, voltando aos princípios da Palavra, temendo ao Senhor,em Deuteronômio 6.6 a 9: "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas". Creio que famílias equilibradas farão diferença na sociedade, e influenciarão os governos a voltarem seus olhos para as crianças.

Lagoinha.com: Uma palavra final de agradecimento.
Jesher Cardoso:
Sinto-me honrado pelo convite desta entrevista, e a agradeço a oportunidade, pedindo ao Senhor que venha sobre a sua Igreja, e sobre as famílias, um tremendo "batismo de amor" pelas crianças e adolescentes, até o ponto de sentir dores de parto, dando à luz a esta nova geração abençoada.

::Marcelo Ferreira
Redação Lagoinha.com / @Lagoinha_com


BRASIL: TERRA DO AVIVAMENTO - TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!

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