quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O preparo do jovem na formação da sua família

[Síntese do texto base utilizado em seminário sobre família em Cuiabá/MT]

A maioria das pessoas (exceto aquelas que foram influenciadas por ideologias liberais[1]) sabem perfeitamente a importância do casamento e os benefícios sociais[2] provocados pela família para a sociedade. Embora os evolucionista digam que ela seja "o resultado da aglomeração de indivíduos somente para se protegerem contra predadores"[i], as Sagradas Escrituras evidenciam que ela é um belo projeto divino; o núcleo afetivo central de onde provém toda estrutura dos demais relacionamentos sociais.

Conforme escreve Esdras Costa Bentho: "Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formulada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn. 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo que recebeu da parte de Deus"[ii].

Apesar da certeza da importância do casamento e da família, nos últimos tempos vários fatores estão a demonstrar que na prática o matrimônio tem sido banalizado. Nesse sentido, a revista Isto É em sua edição de n.º 2113 ressalta um fato preocupante: o término rápido dos casamentos. Conforme a matéria: "Segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, poucos casais desfizeram a união no primeiro ano de vida em comum. Foram apenas 20 – cinco anos antes, por exemplo, não houve nenhum caso. O número cresce exponencialmente quando entra em cena o segundo aniversário: 2.329 uniões não completaram dois anos, um crescimento de quase 10% em relação a 2003.

Com dados mais recentes, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que em 2009 houve 23 separações para cada 100 casamentos realizados. De acordo com o IBGE, a legislação mais rápida para oficializar o divórcio fez com que o índice de separações crescesse.

Família: contrato ou instituição?

Sem desprezar outros motivos, é possível dizer que uma das razões da falência do casamento no tempo presente é a própria concepção que a sociedade passou a ter a seu respeito. Se outrora o casamento era considerado como o ponto de partida essencial para a instituição familiar, atualmente prevalece (na prática) o entendimento de que ele não passa de um contrato; simples acordo de vontade entre as partes.

Essa, inclusive, é uma das principais discussões do Direito de Família moderno, em saber se a natureza jurídica do casamento é institucional ou contratual.

Como escreve o jurista Flávio Tartuce[iii], três são as teorias que tentam explicar a família: a) Teoria institucionalista: para essa corrente, o casamento é uma instituição social; b) Teoria contratualista: o casamento constitui um contrato de natureza especial, e com regras próprias de formação; c) Teoria mista ou eclética: segundo essa corrente, o casamento é uma instituição quanto ao conteúdo e um contrato especial quanto à formação Sob o ponto de vista jurídico, o próprio Tartuce considera "exagerado afirmar que o casamento é um contrato". Segundo ele, o contrato ainda é conceituado, em uma visão clássica, como um negócio jurídico bilateral ou plurilateral que visa a criação, a modificação ou a extinção de direitos e deveres, com conteúdo patrimonial. Ora, quando as pessoas se casam não buscam esse intuito patrimonial, mas afetivo. Pelo menos é o que se espera…"

De outra banda, na prática a concepção contratualista vai levando a melhor. Na grande maioria o casamento é, tal qual uma prestação de serviços ou uma compra e venda, um acerto bilateral de vontades. Tão logo uma das partes queira (por razões diversas e muitas vezes por questões de somenos importância) o contrato é logo rompido. E isso ocorre mais rápido a cada dia.

Não há dúvida de que todo casamento deva ter como base o acordo de vontades entre os nubentes. Não chancelamos em hipótese alguma casamentos arranjados, escolhidos pelos genitores ou com o fim de atender determinado anseio.

Por outro lado, a simples consideração da união como sendo um contrato acaba por transformar a família em um mero negócio jurídico.

Daí que a Bíblia tem o casamento não como contrato, mas como uma unidade; uma instituição. "E serão uma só carne" (Gn. 2.25), diz a Palavra de Deus. E não se trata de uma instituição qualquer; mas a principal instituição social criada pelo próprio Deus.

C. S. Lewis escreveu:

"A idéia cristã do casamento se baseia nas palavras de Cristo de que o homem e a mulher devem ser considerados um único organismo – tal é o sentido que as palavras "uma só carne" teriam numa língua moderna. Os cristãos acreditam que, quando disse isso, ele não estava expressando um sentimento, mas afirmando um fato – da mesma forma que expressa um fato quem diz que o trinco e a chave são um único mecanismo, ou que o violino e o arco formam um único instrumento musical" [iv]

Nubentes que encaram o casamento como um contrato não estão preparados para crises conjugais, mesmo que pequenas. Quando as dificuldades surgem, a primeira coisa que fazem é pedir a extinção do acordo. Mas aqueles que se casam com a visão de que a família é uma instituição, sabem que as crises virão mais cedo ou mais tarde, porém, farão de tudo para que o casamento prossiga, pois possuem consciência de que a extinção da instituição familiar somente pode ser realizada por Deus."Não separe, pois, o homem o que Deus uniu" (Mc 10,9).

Diante desse cenário, o jovem cristão tem um grande desafio para o casamento e a formação da sua família. E esse desafio, assim como os outros, requer certo preparo; ou melhor, preparos [no plural], porque envolve vários aspectos da vida.

A seguir, discorro sobre alguns desses aspectos que exigem o preparo necessário por parte do jovem cristão para a formação da sua família.

Preparo Afetivo

"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida". (Pv 4.23)

Afora o aspecto cristocêntrico, a base de toda e qualquer família é estabelecida no afeto; no grau de cumplicidade que um cônjuge tem pelo outro.

Obviamente que não se pode falar de modo rígido em preparo afetivo, afinal os sentimentos não são criados; eles fluem naturalmente. Não se adquire afeto por uma pessoa da mesma forma que se aprende matemática ou português.

Entretanto, nesse ponto, chamo atenção ao fato de que o jovem deve (apesar de toda dificuldade) ter o máximo cuidado para compreender (ou interpretar corretamente) seus sentimentos pela outra pessoa, a fim de não tomar uma decisão equivocada.

O que quero dizer é que não se pode formar uma família tendo com base uma falsa afetividade, de modo a se confundir paixão passageira por amor. C. S. Lewis fez essa distinção:

"Estar apaixonado é muito bom, mas não é a melhor coisa do mundo. Existem muitas coisas abaixo, mas também muitas coisas acima disso. A paixão amorosa não pode ser a base de uma vida inteira. É uma sentimento nobre, mas, mesmo assim, é apenas um sentimento"

[...]

"O amor nesse segundo sentido – distinto da 'paixão amorosa' – não é um mero sentimento. É uma unidade profunda, mantida pela vontade pela vontade e deliberadamente reforçada pelo hábito; é fortalecida ainda (no casamento cristão) pela graça que ambos os cônjuges pedem a Deus e dele recebem. Eles podem fruir desse amor um pelo outro mesmo em momentos em que se desgostam, da mesma forma que amamos a nós mesmos quando não gostamos da nossa pessoa. Conseguem manter vivo esse amor mesmo nas situações em que, caso descuidassem, poderiam ficar 'apaixonados' por outra pessoa (…) O amor sereno permite que cumpram o juramento. É através desse amor que a máquina do casamento funciona: a paixão amorosa foi a fagulha que a pôs em funcionamento."

É claro também que fazer essa distinção na prática não é tão fácil. Porque, se  fosse possível  separar esses dois sentimentos, assim como se separa a água do óleo, não teríamos tantas famílias problemáticas. A linha que separa os dois é muito tênue, e somente por meio do diálogo e da oração é possível fazer essa descoberta.

Geralmente, a confusão acerca do instinto sexual é o grande fator prejudicial dentro do relacionamento. É muito comum que os jovens se apressem para o casamento pensamento exclusivamente na prática sexual. E isso é um erro terrível. Apesar do ato conjugal ser parte importante para a formação da família, ele não pode ser considerado o ponto principal.

Preparo Emocional

"Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo" (Efésios 4:26)

O mesmo que foi tido acerca do preparo afetivo também é válido aqui. Não há, de fato, um meio eficaz de se preparar emocionalmente. O que deve haver é uma antevisão dos conflitos que poderão existir (e existirão) dentro da família e a necessidade do gerenciamento das emoções, principalmente a raiva e a ira.

Ora, se até mesmo Adão e Eva tiveram conflito em família, imagine nós?

Como escreveu Kanitz: O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido.[v]

Para isso, é interessante fazer uma sondagem do tipo de temperamento da outra pessoa.

Apesar de contestada, a teoria de Hipócrates sobre os quatro temperamentos é bem válida para a verificação desse perfil emocional. No livro Temperamentos Transformados, Tim Lahaye apresenta um resumo dos quatro tipos de temperamentos:

  • SANGUINEO: A pessoa sanguínea é alegre, esperançosa; atribui grande importância àquilo      que esta fazendo no momento, mas logo em seguida pode esquecê-lo. Ela tem intenção       de cumprir suas promessas, mas não as cumpre por nunca tê-las levado suficientemente       a sério a ponto de       pretender vir a ser um auxílio para os outros. O sanguíneo é um mau devedor e pede constantemente mais prazo para pagar. É muito sociável,      brincalhão, contenta-se facilmente, não leva as coisas muito a sério, e vive rodeado de          amigos. O sanguíneo, embora não       sendo propriamente mau, tem dificuldade    de cometer seus pecados; ele pode se     arrepender, mas sua contrição (que          jamais chega  ser um sentimento de culpa) é         logo esquecida. Ele se cansa        e se entendia facilmente com o trabalho, mas constantemente se entretém com     coisas de somenos – o sanguíneo carrega   consigo a instabilidade, e o seu forte não é a persistência.
  • · MELANCÓLICO: As pessoas com tendência para a melancolia atribuem grande importância a     tudo o que lhes concerne. Descobrem em tudo uma razão para a ansiedade e em qualquer situação notam primeiro as dificuldades. Não fazem promessas com facilidade, porque insistem em cumprir a palavra e pesa-lhes considerar se será ou não possível cumpri-la. Agem assim, não devido a consideração de ordem moral, mas ao fato de que o interrelacionamento com os outros preocupa sobremaneira o melancólico, tornando-o cauteloso e desconfiado. É por esta razão que a felicidade lhe foge.
  • COLÉRICO: Dizem do colérico que ele tem a cabeça quente, fica agitado com facilidade, mas se acalma logo que o adversário se dá por vencido. Ele se aborrece, mas seu ódio não é eterno. Sua reação é rápida, mas não persistente. Mantém-se sempre ocupado, embora o faça a contragosto, justamente porque não é perseverante; prefere dar ordens, mas aborrece-o ter que cumpri-las. Gosta de ver reconhecido o seu trabalho e adora ser louvado publicamente. Dá muito valor às aparências, à pompa e à formalidade; é orgulhosos e cheio de amor próprio. É avarento, polido e cerimonioso; o maior golpe que pode sofrer é uma recusa a obedecerem suas determinações. Enfim, o temperamento colérico é o mais infeliz por ser o que mais provavelmente atrairá oposição.
  • FLEUMÁTICO: Fleuma significa falta de emoção e não preguiça; implica uma tendência a não se emocionar com facilidade nem se mover com rapidez, e sim com moderação e persistência. A pessoa fleumática se aquece vagarosamente, mas retém por mais tempo o calor humano. Age por princípio, não por instinto; seu temperamento feliz pode suprir o que lhe falta em sagacidade e sabedoria. Ela é criteriosa no trato com as pessoas e geralmente consegue o que quer, persistindo em seus objetivos, enquanto, aparentemente, esta cedendo aos outros.

Segundo os especialistas, temperamentos opostos se atraem; de modo que é comum o casamento entre sanguineo com melancólico, e colérico com fleumático.

Obviamente que isso não é um regra geral, porém, apontas os pontos positivos e negativos de cada tipo de temperamento, importante para a decisão sobre a constituição da família.

Preparo financeiro

"Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la? Lc. 14.28

Segundo pesquisas, problemas financeiros são a causa de muitos divórcios. Um estudo realizado pelo instituto Gallup[vi] conclui que 56% dos divórcios são causados por problemas financeiros e H2R Pesquisas Avançadas revelou que 33% dos casais brigam com certa frequencia por dinheiro; e 7,5% discutem por esse motivo.

Por isso, começar uma família desestrutura sob o ponto de vista econômico é fracasso na certa. Como escreveu Stephen Kanitz: "O casal precisa iniciar a nova vida assumindo a responsabilidade pelo seu sustento. Manter uma dependência dos pais ou sogros nessa área revela imprudência, já que a própria Palavra de Deus alerta que o dinheiro consegue separar os  melhores amigos".

Assim, a questão financeira é algo que não pode ser desprezada – jamais – pelo casal. Seja antes ou após o casamento a preocupação com o planejamento financeiro deve ser pauta de discussão e acordo. Até porque, como tudo mais em uma família, a comunicação é a chave de tudo. O casal precisa conhecer realmente a sua situação financeira e estar pronto para conversar abertamente sobre ela.

O ponto de partida é verificar o que de fato o casal possui (bens e rendimentos) e quanto precisam para manter certa estabilidade, sem depender de ninguém. Afinal, a dependência financeira, mesmo que a parentes próximos, pode resultar em desconforto dentro do matrimônio.

Na constância do casamento, de igual modo, é imprescindível tratar as finanças com muito cuidado. É preciso levar em consideração os gastos básicos de uma família, como supermercado, água, energia, lazer, móveis, transportes etc. Tudo isso deve ser antevisto e bem detalhado, tendo em vista que, assim como uma empresa que possui falhas orçamentárias, a familiar pode vir a falir, caso seja mal administrada.

Com certa freqüência famílias acabam se desestruturando em razão de uma tendência consumista gerada pela mídia, que apresenta mansões, carros luxuosos, aviões, roupas de marca ou alimentação de melhor qualidade, como se fosse a coisa mais comum de ser e conquistar. Daí, como explica Roberto Caputo[vii], surge no coração de muitos um sentimento de revolta quanto à própria vida, quando à própria situação econômica. Em busca desse status, então, muitos acabam se endividando… gerando contas atrasadas, compras de mercado muito aquém do que se gostaria de comprar, presentes de Natal que nunca puderam ser comprados para os filhos, viagens sonhadas que permanecem apenas nos sonhos, projetos inalcançados por falta de verba, idéias fantásticas que nunca puderam ser viabilizadas.

E é nesse ponto, conclui Caputo, que o casamento sofre grande ameaça na sua estrutura, porque se um dos dois, ou mesmo os dois, não entenderem o princípio bíblico que nos ensina a lidar com dinheiro, certamente o casamento sofrerá danos, as cobranças virão, as brigas, e daqui a pouco os dois estarão caminhando para lados opostos, e os filhos, no meio disso tudo, ficam sem saber para que lado devem ir, ou a quem devem seguir.

Preparo profissional

"Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, olha para os seus caminhos, sê sábio".   Vê como trabalha, como é diligente e previdente, ajuntando que comer. Pv. 6.6

O preparo profissional é também fator preponderante para a boa formação familiar. Constituir matrimônio sem que se tenha uma profissão fixa não é uma atitude sensata (e muito menos inteligente).

Isso porque, "o desemprego e o trabalho precário constituem, nos nossos dias, uma das mais sérias ameaças à família. Ao trazerem instabilidade, insegurança e desconfiança em relação ao futuro, destroem a harmonia, o equilíbrio e a paz familiar. Atingindo, por vezes, as dimensões de uma autêntica "calamidade social", são uma fonte de pobreza que fragiliza os indivíduos e as famílias. […] Uma das suas consequências é a dificuldade em prover às necessidades fundamentais […]. Com frequência, o desemprego é responsável pelo endividamento das famílias. Outro dos efeitos do desemprego é impedir os indivíduos de desenvolverem as suas capacidades e de as porem ao serviço do bem comum"[viii].

"Casar pela fé" certamente não é uma atitude bíblica. Antes de casar o jovem precisa se preparar profissionalmente, estabelecer-se em um emprego que lhe garanta a remuneração necessária para a subsistência.

NOTAS

[1]O psiquiatra britânico Davi Cooper, por exemplo, sugeriu em seu livro Death of the family [A morte da família] que é tempo de destruir totalmente a família. A feminista Kate Millet, de modo parecido, em seu manifesto de 1970, Sexual Politics [Política Sexual], alegou que as famílias, juntamente com todas as estruturas patriarcais, precisam acabar, porque elas nada mais são do que instrumentos para a opressão e a escravização da mulher.

[2]Uma pesquisa feita na Inglaterra mostra que casar faz bem à saúde. Os solteiros, dizem os ingleses, correm mais riscos de desenvolver doenças crônicas e até de morrer. A pesquisa do Departamento Nacional de Estatísticas na Inglaterra mostra que os homens solteiros com até 35 anos tem 50% mais chances de morrer do que os homens casados na mesma idade. A estabilidade também ajuda os filhos de pais casados. Segundo a pesquisa, 78% das meninas e 69% dos meninos continuam estudando em tempo integral aos 17 anos.

[i] Revista Veja, número 2091, 17 de dezembro de 2008.

[ii] Esdras Costa Bentho: A família no Antigo Testamento – História e sociologia. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 24.

[iii] Flávio Tartuce: Direito de Família. Editora Método. p. 54.

[iv] C. S. Lewis: Cristianismo Puro e Simples. Martins Fontes. p. 143/144.

[v] Stephen Kanitz: O segredo do casamento. Disponível em: http://www.kanitz.com.br/veja/segredo.asp

[vi] Disponível em: http://www.ipimarilia.com.br/pastorais/190910.html

[vii] Roberto Caputo: Casamento Missão Impossível. Oxigênio. São Paulo. 2010, p. 69/70.

[viii] Disponível em http://pastoralfamiliarporto.planetaclix.pt/3_Odesempregoseriaameacafamiliar.pdf


por Valmir Nascimento

FONTE: www.comoviveremos.com (Use, mas cite a fonte)



BRASIL: TERRA DO AVIVAMENTO - TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!

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