quarta-feira, 23 de março de 2011

Governo de Obama introduz declaração gay na ONU

Uma iminente declaração do governo de Obama marcará a primeira vez que os Estados Unidos estão apoiando os planos políticos homossexuais na Organização das Nações Unidas.
A declaração, que condena toda punição criminal contra a atividade homossexual e exorta maior atenção a direitos relativos à orientação sexual, está agendada para ser apresentada na terça-feira no Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, conforme reportagem da Associated Press na segunda-feira.
O documento, que recebeu apoio de 80 outros países, também exorta a ONU a inspecionar como os governos no mundo inteiro tratam os homossexuais.
Embora reconheça que "essas são questões delicadas para muitos", o documento pede que se ache um "denominador comum" e declara que "ao lidar com questões delicadas, o Conselho tem de ser guiado pelos princípios da universalidade e não discriminação".
O documento também reafirma uma declaração da ONU de 2008 em apoio à agenda homossexual que pedia o fim da discriminação com base na "orientação sexual ou identidade de gênero", e elogia a "atenção contínua às questões de direitos humanos relativas à orientação sexual e identidade de gênero dentro do contexto da Revisão Periódica Universal".
A embaixadora Eileen Chamberlain Donahoe disse que o governo dos EUA tem "orgulho" de ter assumido um papel de liderança na promoção dessa declaração.
"Os direitos humanos são os direitos inalienáveis de todas as pessoas, independente de quem sejam ou quem amem", disse ela. "O governo dos EUA tem o firme compromisso de apoiar o direito dos indivíduos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros de levar vidas produtivas e dignificadas, livres de medo e violência. Esperamos ansiosamente trabalhar com outros governos de todas as regiões e com todas as ONGs para continuar o diálogo no Conselho acerca dessas questões".
Embora durante sua campanha eleitoral tivesse dito que o casamento só existe entre um homem e uma mulher, o presidente Obama vem cortejando os grupos homossexuais de pressão legal e política desde que chegou à presidência. Mais recentemente, ele anunciou que seu governo não defenderia a Lei de Defesa de Casamento nos tribunais. Parlamentares do Partido Republicano mais tarde confirmaram que agiriam para defender a lei federal, que provavelmente enfrentará um desafio no Supremo Tribunal dos EUA.
Quando o movimento homossexual internacional estava ganhando força no início do ano 2000, os Estados Unidos sob o governo de George W. Bush haviam recusado assinar documentos semelhantes.


WASHINGTON, D.C., EUA, 22 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) —
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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