sexta-feira, 18 de março de 2011

Viagem no tempo - Desafios 2011


"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." Jo. 8.32

Gostaríamos de convidá-los para uma viagem no tempo. Estão preparados? Se sim, apertem

bem os cintos para a viagem antropológica, histórica e religiosa à Índia. Estamos no ano de

1.792 quando um homem branco europeu está vivendo no continente asiático. Seu nome

é William Carey e ele se depara com uma mulher gritando estridentemente; ao adentrar

sua casa, vê sua esposa Dorothy que chora convulsivamente e o inquire sobre o que está

ocorrendo fora de casa, pois ouvia os gritos estridentes de uma mulher. Ele vai averiguar e

vê algo assustador, pois havia um defunto sobre uma pilha de lenha para ser queimado e,

amarrada junto ao cadáver, está a esposa viva, sendo preparada para ser queimada com o

defunto marido.

Este cerimonial demoníaco é chamado "Sati", antigo costume entre algumas comunidades

hindus. Hoje em dia é estritamente proibido pelas leis do Estado Indiano que obrigava (no

sentido honroso, moral, e prestigioso) a esposa viúva devota a se sacrificar viva na fogueira da

pira funerária de seu marido morto.

O termo é derivado do nome original da deusa Sati, também conhecida como Dakshavani, que

se auto-imolou porque foi incapaz de suportar a humilhação de seu pai Daksha por continuar

viva enquanto seu marido Shiva já havia morrido. O termo também pode ser usado para referir-

se à viúva. O termo "Sati" agora é às vezes interpretado como mulher honesta. Carey implorou

aos líderes religiosos que estavam para queimar o defunto e viúva viva para que não fizessem

o que planejavam, mas não alcançou êxito em sua empreitada; mesmo assim não desanimou.

Dorothy havia ido a Índia contra sua vontade porque não queria ser missionária e encontrou

esse motivo para dizer a Carey que queria voltar à Inglaterra, mas ele insistiu com ela que isto

não era motivo de retornar à pátria.

Então Carey foi buscar as autoridades inglesas no país, pois a Índia estava sob domínio

britânico, para intervir neste costume religioso e os líderes disseram a ele que não deveria

intervir neste costume do povo. Eles também o ameaçaram com a seguinte frase: - Se você

continuar nesta empreitada nós iremos colocá-lo na prisão. Então seus amigos dinamarqueses

souberam deste fato e disseram a ele que poderiam dar-lhe uma cidadania dinamarquesa, pois

a Dinamarca tinha tratado com a Inglaterra de dupla cidadania e Carey conseguiu a cidadania

de seus amigos.

Com a cidadania dinamarquesa, ele começou a ensinar nas universidades sobre o horror do

cerimonial "Sati", pois os líderes religiosos não pensavam na viúva, se tinha filhos pequenos

que precisavam dela, etc. Eles somente pensavam que se a mulher fosse sacrificada com o

defunto era uma demonstração de honra e prestígio ao marido.

Um dia ele se associa com um empresário e começa a trabalhar estrategicamente para

eliminar o tal cerimonial e depois de muitos anos ele consegue que uma lei seja estabelecida

e o "Sati" é proibido em solo indiano, apesar de que em alguns lugares isolados ainda se vê

algumas práticas.

Temos visto algo similar na cultura brasileira: o infanticídio nas tribos indígenas. Ainda utilizado
por muitas das mais de 250 etnias do Brasil, esse costume tribal leva à morte não apenas de
gêmeos, mas também filhos de mães solteiras, crianças com problema mental ou físico, ou
doença não identificada pela tribo.
Alguns antropólogos e até diretores da FUNAI, governo e certos políticos não vêem a
necessidade de acabar com a aberração deste costume cultural. Até perseguem aqueles que
querem ver o fim do extermínio infantil entre os indígenas.
Louvamos a Deus pela vida da Marcia Suzuki, que criou a ONG ATINI, sediada em Brasília,
que atua na defesa do direito das crianças indígenas. Formada por líderes indígenas,
antropólogos, lingüistas, advogados, religiosos, políticos e educadores, a organização trabalha
para erradicar o infanticídio nas comunidades indígenas, promovendo a conscientização. Vale
a pena ver o site: WWW.atini.org 

Estamo s ministrando o Simpósio Visão 2025 nas igrejas para adolescentes. Se

tiver interesse em que este simpósio vá à sua região, contate-nos por e-mail:

teen@mhorizontes.org.br.

     Nosso grande desafio para 2011 é o edifício do Centro Para as Nações em Monte Verde
Estamos esperando um grande contingente que deve vir do estado do Pará e de outros
estados para o treinamento nos projetos Uniásia (uniasia@mhorizontes.org.br ) e Revolution
Teen (projeto que visa treinar adolescentes que no mínimo concluíram o ensino fundamental.
Eles serão treinados nas áreas cultural, lingüística e bíblica para serem futuros tradutores da
bíblia). A visão é ver um tradutor da bíblia nas 2.000 línguas que nada têm escrito até o ano
2025.
     Neste fevereiro iniciamos pela fé o novo edifício com 48 suítes, cinco andares e já coberto que
esperamos seja de grande benção para a igreja brasileira.
Para ver a conclusão, precisamos de um milhão e duzentos mil reais e por isso vendemos
a nossa base na Bolívia, adquirida da Missão Sueca. Para complementar, queremos contar
com 1000 parceiros amigos da Horizontes que contribuam com R$ 50,00 mensais durante um
período de 12 meses.
Aos que aceitarem o honroso convite e investirem neste grande empreendimento,
ofereceremos uma estadia gratuita numa suíte por um final de semana, iniciando em uma
sexta- feira.
     Contamos com seu apoio e o convidamos a se unir conosco neste novo ano para que, ao
final dele, possa vir e ver de perto aqueles que o Senhor tem levantado para encarar o grande
desafio: alcançar os povos não alcançados da terra.
No amor do Mestre,
Cleonice e David Botelho

Missão Horizontes – contato@mhorizontes.org.br -Bradesco – Agência 1020 – Conta 3474-6 –

CNPJ 59.958.983-0001/16


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BRASIL: TERRA DO AVIVAMENTO - TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!


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