sábado, 17 de setembro de 2011

Escândalo do “sexo por comida” das tropas de paz da ONU

 


Escândalo do "sexo por comida" das tropas de paz da ONU é só o começo do que acontece quando não há valores morais cristãos, avisa capelão

Thaddeus Baklinski
ABIDJAN, Costa do Marfim, 7 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um telegrama secreto da embaixada dos EUA na Costa do Marfim declarando que as tropas de paz da ONU na cidade de Toulepleu estavam forçando meninas menores de idade a trocar sexo por comida foi revelado por WikiLeaks.
O telegrama escrito em janeiro de 2010 observa que a organização humanitária Save The Children da Inglaterra questionou dez meninas novas em 2009 e descobriu que oito delas haviam se submetido a atos sexuais com tropas de paz da República de Benin em troca de comida ou outras necessidades básicas da vida.
"Oito das 10 disseram que tinham relacionamentos sexuais em andamento com soldados de Benin em troca de comida ou alojamento", o diplomata americano escreveu no telegrama, citando informações obtidas pela embaixada da parte de um alto funcionário de Save The Children.
O funcionário disse que o "problema de exploração e abuso sexual entre empregados da ONU é mais abrangente do que se reconhece".
De acordo com o telegrama, as meninas novas eram incentivadas por seus pais a ter sexo com as tropas de paz de modo que eles dessem comida para elas.
Em 30 de agosto Michel Bonnardeaux, porta-voz da ONU, confirmou que em abril, 16 soldados benineses das tropas de paz, inclusive dez comandantes, foram repatriados para Benin e estão agora proibidos de atuar na ONU depois de uma investigação de um ano acerca dos incidentes. Eles "não conseguiram manter um ambiente que impede exploração e abuso sexual", disse ele.
Embora fontes da ONU normalmente escondam dos meios de comunicação esses incidentes, Bonnardeaux comentou que, desde 2007, funcionários da ONU na Costa do Marfim têm sido acusados de abuso sexual em 42 ocasiões, com dezesseis das alegações envolvendo menores de idade.
Em 2007, de acordo com uma reportagem da Associated Press, uma tropa de paz da ONU de Marrocos foi instruída a deixar a cidade de Bouake, no Norte da Costa do Marfim, depois que alegações de má conduta sexual envolvendo meninas locais foram enviadas para a ONU.
Os soldados de paz da ONU têm sido acusados de abuso sexual em missões da Bósnia e Kosovo ao Camboja, Timor Leste, Somália, África Ocidental e Congo.
Em 2004, a ONU investigou aproximadamente 150 alegações de abuso sexual cometido por funcionários da ONU e tropas de paz no Congo, inclusive estupros, prostituição e pedofilia. Na época, Kofi Annan, secretário-geral da ONU, disse: "Temo que haja evidência clara de que atos de flagrantes más condutas tenham ocorrido. É vergonhoso para a ONU ter de dizer isso, e estou absolutamente indignado com isso".
Gordon James Klingenschmitt, ex-capelão da marinha dos EUA e envolvido no Projeto Ore em Nome de Jesus (www.prayinjesusname.org) comentou para LifeSiteNews sobre a falta de moralidade exibida pelas tropas de paz da ONU.
"Como ex-capelão da marinha, vi pessoalmente como o ensino da ética cristã torna nossos soldados da paz mais eficientes, mas a imoralidade sexual entre as tropas pode criar discórdia, ou até mesmo agressão hostil com crueldade e opressão", observou Klingenschmitt.
O capelão Klingenschmitt, que esteve nas manchetes nacionais depois de ter sofrido corte marcial por assumir a postura de defender os direitos dos capelães militares de orar publicamente "no nome de Jesus" e foi subsequentemente inocentado pelo Congresso, comentou que a falta de treinamento em ética cristã é tão evidente nas forças armadas dos EUA quanto nos soldados dos países do terceiro mundo.
"Nossa própria triste história americana no massacre de My Lai mostra como as Tropas dos EUA precisam de treinamento em ética cristã também. Mas hoje queixosos ateus estão tentando censurar a 'Teoria da Guerra Justa', de Santo Agostinho, da ética e aulas das forças armadas americanas. Pior ainda, parece que nosso próprio Pentágono teme ofender queixosos mais do que o risco de dar armas para nossos jovens soldados sem treinamento ético. Se tiverem êxito, provocarão danos à nossa segurança nacional, e transformarão as tropas americanas em militantes sem ética, sem consciência e sem compasso moral", avisou o capelão Klingenschmitt.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com


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