quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Um Rastro De Amor



 
"Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o
oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das
viúvas" (Isaías 1:17).


O missionário Chester Scott construiu uma pista de pouso e
decolagem no Zaire, apesar de não ter nenhum avião. Alguns
zombaram dele, mas, ele prosseguiu até o fim da obra. O
primeiro avião a utilizar a pista foi de missionários
fugindo do perigo. Todos que o procuraram, alcançaram a
liberdade através daquela pista.

Que maravilhoso exemplo de serviço para Deus. Um homem
determinado a ajudar, a socorrer, a estender a mão, a
oferecer seu tempo e sua vida em prol de seu próximo. Um
verdadeiro missionário do Senhor.

Há pessoas que trabalham muito apenas para si mesmas. Não se
importam com os que estão ao seu lado e nem se alegram com a
vitória dos outros. Eu creio que tanto as nossas conquistas
como as dos que queremos bem são regozijo para nossas almas
e motivo de glorificarmos o nome do Senhor Jesus.

Esse final de semana eu recebi um email de alguém que estimo
muito. É um grande ajudador desta obra missionária. Ele
passou por momentos muito difíceis durante mais de três
anos. Ele lutou com perseverança e fé e... venceu! Aleluia!
Eu chorei de alegria ao ouvir seu relato. Como me fez bem ao
coração ouvi-lo contar sobre a grande vitória alcançada! E é
sempre assim com aqueles que preocupam-se com os amigos.

O missionário de nossa história estava na África e, podendo
se empenhar em construir uma bela casa, ou adquirir conforto
para os seus dias naquele lugar difícil, preferiu pensar nos
missionários que, com perigo de vida, lutavam pela causa dos
que ainda não conheciam o Salvador. Estavam arriscando suas
vidas e, em determinado momento, precisariam de socorro. E
lá estava o missionário com sua pista pronta. Era
escarnecido por muitos, mas, aplaudido pelos anjos do
Senhor. Glórias a Deus por seu gesto de amor.

A pista de Scott foi um rastro de amor. Você tem deixado,
também, rastros de amor por onde passa?


Paulo Barbosa
Um cego na Internet
tprobert@terra.com.br
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Rocha



A Rocha


Um homem dormia em sua cabana quando de repente uma luz iluminou a sala e Deus apareceu.
O Senhor disse que tinha um emprego para ele e mostrou-lhe uma grande rocha na frente
da cabana.
Ele explicou que devia empurrar a pedra com toda sua força. O homem fez o
que o Senhor pediu.
Por muitos anos, dia após dia desde o nascer ao pôr do sol, O

homem empurrou a pedra fria, com todo o seu poder ... e  ela não se movia.
Toda noite,
o homem voltava para sua cabana cansado,
  sentindo que todos os seus esforços estavam sendo em vão.
Quando o homem começou a se sentir frustrado, Satanás decidiu entrar no jogo,
trazendo pensamentos à mente:
"Você tem empurrado essa rocha por um longo tempo e ela nada se moveu"
Ele deu ao homem a impressão de que a tarefa que lhe foi confiada era impossível
realizar e que ele fora um fracassado.
Estes pensamentos aumentou seu sentimento de
frustração e decepção.
Satanás disse: "Por que lutar todos os dias para essa tarefa impossível?
Basta fazer
um mínimo de esforço e isso será suficiente"
O homem pensou naquilo dito, na possibilidade daquela proposta mas decidiu elevar uma
oração diante do Senhor e confessar os seus sentimentos:
"Senhor, eu tenho trabalhado duro por muito tempo ao seu serviço.
Usei todas as minhas
forças para conseguir o que você pediu, mas ainda assim, não consegui mover uma
polegada da rocha
Por quê? Por que eu falhei?"

O Senhor respondeu com compaixão e ternura: "Caro filho, quando eu lhe pedi para me
servir e você aceitou, eu lhe disse que sua tarefa seria empurrar a rocha com todas as
tuas forças, é o que você fez. Eu nunca disse que você devia  movimentá-la. Sua tarefa
era de empurrar.  Agora vêm-me sem força para me dizer que você falhou?
Você não falhou
Agora olhe para você, seus braços são fortes e musculosos, sua parte inferior forte e
bronzeada, suas mãos calejadas pela pressão constante
suas pernas se tornaram firmes.

Apesar das adversidades você cresceu muito e suas habilidades são maiores do que
antes
É verdade, você não moveu a rocha, mas a sua missão era fazer pressão e confiar

em mim.
Foi o que você fez. Agora, caro filho, eu moverei a rocha"

Às vezes, quando ouvimos a palavra do Senhor, nós tentamos usar o nosso intelecto para
decifrar a sua vontade, quando na verdade Deus nos pede somente
para confiar Nele
Devemos exercer a nossa fé que move montanhas, mas consciente de que

é Deus quem eventualmente consegue movê-las.
Quando tudo parece dar errado ... SOMENTE EMPURRE!
Quando você está com excesso de trabalho ...  SOMENTE EMPURRE!
Quando as pessoas não se comportam da forma que você acha que deveriam ...
SOMENTE EMPURRE!
Quando você  não tem mais dinheiro para pagar suas contas ... SOMENTE  EMPURRE!!
Quando as pessoas simplesmente não te entendem ...
SOMENTE EMPURRE!
Quando você se sentir exausto e indefeso ...   SOMENTE EMPURRE
Durante tempos difíceis, peça ajuda ao Senhor, levante uma oração a Jesus para
iluminar sua mente e guiar seus passos.
Desista dos seus medos e peça ao Senhor

através da oração
Jesus vai ajudar você a encontrar o caminho que leva a Ele.

Esta mensagem foi enviada para mim e envio para você, porque eu quero  que tenha isso
em sua vida .

Abraços

Que Deus te abençoe!



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Mobilização Mundial - Meninas dos Olhos de Deus

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Somália, um país com os céus fechados.





SOMÁLIA

Chegamos em Mogadísio, eu e o Marcelo, no dia 22/11/11 e nos deparamos com 
uma cidade que é uma praça de guerra: Muitos soldados em enormes caminhões, 
todos muito bem armados, muitas armas nas mãos de pessoas, aparentemente 
civis, barricadas com sacos de areia, enormes blocos de cimento nas ruas, 
muita destruição, muita poeira, muito calor.. Tudo isso nos impressionou muito!

No dia anterior à nossa viagem, às 4 da manhã em Nairóbi, quando nos 
levantamos para ir ao aeroporto, estava orando, ainda na cama, quando o 
Senhor veio e me disse: "Eu tenho a chave de Davi, que abre e ninguém 
fecha!" Me alegrei muito porque agora eu tinha uma palavra do Senhor para 
pegar o avião e vir.

Quem nos recebeu no aeroporto foram dois irmãos, não mencionarei nomes 
por motivo de segurança deles, apenas chamarei de irmão X, queniano, que 
a MCM apoia desde 2005 e o irmão Y, somali. O Senhor cumpriu sua 
palavra: temos uma porta aberta na Somália e o contato com cristãos 
precisando desesperadamente de nosso apoio e orações, dando suas vidas
enquanto nós damos quase nada.

Fomos hospedados em uma casa bem protegida por altos muros e com 
sete soldados armados com metralhadoras e fuzis para nos proteger, o que
foi uma exigência do governo para autorizar nossa entrada, pois o 
grande perigo aqui é o sequestro, principalmente por membros da 
AL Shabaab, organização terrorista, que luta contra o governo 
constituído e já tomou quase todo o país, menos a capital, que está 
guardada por 5.000 soldados quenianos e soldados da União Europeia.

Mogadísio, a capital, está com cerca de 4 milhões de pessoas, não 
cabe tanta gente aqui, mas eles vêm aos milhares do interior onde 
não chove a muito tempo e a fome é extrema, mas por saber que 
aqui há a possibilidade de distribuição de comida, eles vêm, 
inchando cada vez mais a cidade. É um ambiente quase desesperador!

    Começamos a ouvir algumas histórias que precisam ser contadas 
para o mundo inteiro: Uma mãe saiu do interior para a capital com 
8 filhos, em busca de alimento. Chegou aqui com apenas 3 filhos, 
os outros morreram de fome na viagem a pé. Outra mãe saiu com 
5 filhos, depois de muito viajarem as crianças não tinham mais 
forças para caminhar. A mãe então teve que tomar uma decisão 
desesperada. Ela podia levar no colo apenas duas crianças. 
Então teria que escolher quais os 3 que deveriam ficar para 
morrerem de fome. E foi o que ela fez. Chegou em Mogadísio com 
as duas que escolheu. As outras 3 ficaram pelo caminho.

Meu Deus! Meu Deus!

Sei que posso pelo menos derramar lágrimas!

É o que estou fazendo.

No segundo dia de nossa estadia, fomos levados ao hospital da 
cidade; tudo muito pobre, pouquíssimos recursos, nem ECG eles 
têm e ao saberem que era cardiologista, (em todo o país não tem 
nenhum), atendi 12 pacientes numa manhã.

Conhecemos alguns acampamentos de pessoas que chegam em 
busca de comida ou assistência médica. São milhares e milhares... 
É de doer o coração (o meu doeu literalmente). São barracos 
redondos, cobertos com um plástico amarelo. Enquanto íamos 
tirando fotos e filmando as mulheres com suas crianças diziam: 
"hungry!" "hungry!" (fome). A MCM vai distribuir U$7.000,00 
(dólares) em alimentos no dia 25, mas isto é uma gota num balde.

Nesta noite conversei por muito tempo com o irmão Y, o somali 
(ele é um cristão secreto).

Ele me disse que em toda a Somália deve haver uns 400 cristãos,
e na capital deve haver cerca de 50 cristãos. Todos em absoluto segredo.

O povo somali não sabe o que é calma, tolerância; a ira está á 
flor da pele, em um instante estão prontos para matar ou morrer. 
Aprenderam a viver em um lugar tão violento, onde a morte é 
companheira deles. Uma informação me deixou triste e revoltado 
foi que o povo, em geral, quer a paz, mas os líderes da guerra não 
querem, porque ganham muito dinheiro com ela.

Quem quiser saber o que é céu fechado venha para a Somália!

Mas diante do que vejo, eu me firmo na Palavra do Senhor: 
"EU TENHO A CHAVE DE DAVI, QUE ABRE E NINGUÉM FECHA" 
e cada vez creio no que está escrito: "as armas da nossa milícia não são 
carnais, mas sim, poderosas em Deus para destruir fortalezas".

Se orarmos regularmente pela Somália é impossível que essa situação 
não mude completamente, nós temos a chave do Reino dos Céus, que
abre qualquer porta.

No outro dia, atendi novamente no hospital da capital. Chegou uma 
senhora de uns 55 anos, muito magra, respirava com alguma dificuldade. 
Comecei a fazer perguntas sobre o que estava sentindo. Era febre, muita tosse, 
(a tuberculose, a brucelose, a febre tifoide e a malária são as 
maiores endemias aqui) e, na conversa, ela contou que viajou durante 5 anos 
 para chegar aqui em busca de ajuda (eu disse cinco anos). Veio de muito 
distante, a pé. Por muitos anos seu sonho era poder ser ajudada, ver um 
médico a sua frente, ser medicada, e comer... E eu? O que poderia fazer? 
Provavelmente nunca mais terei notícias dela, mas vou guardá-la no coração 
como um símbolo.

Voltaremos aqui! Mudaremos essa história pelo poder do Evangelho. 
Eu me lembro que em 2005, quando pela primeira vez visitei os índiosTurkanas, 
no deserto do Quênia, ao fotografá-los, um senhor bastante idoso 
me disse: VOCÊS VEM AQUI, TIRAM FOTOS, E NUNCA MAIS VOLTAM. 
Ouvi envergonhado, e no meu íntimo disse: Dessa vez não vai ser assim, e
hoje a história do Turkanas está sendo mudada, porque voltamos e estamos
cavando poços de água no deserto. Cada poço beneficiando uma comunidade 
de 5.000 pessoas. O mesmo acontecerá na Somália pelo grande poder que o 
Senhor tem para transformar uma sociedade!

Não saberia dizer o que é pior e mais infernal, se o comunismo na Corea ou o
Islã aqui.

Hoje, enquanto atendia no Hospital, estava sentindo como se tivesse 100 
toneladas nas costas. A opressão era tanta que meu corpo doía todo, o 
Marcelo com ânsias de vômito, eu então comecei a orar alto, em português, 
dizendo ao diabo que estava com muita ira dele, aí o céu melhorou, começou 
a abrir, e agora está muito melhor, acho que nem em Varanasi, no começo, o 
céu era tão fechado.

O Islã tem uma estatística mentirosa (afinal seguem o pai da mentira). Aqui na
Somália, como nos países islâmicos, todos são obrigados a seguir a religião 
islâmica, no entanto, penso que uns 90% deles não são de fato muçulmanos. 
Aqui ninguém pode seguir outra religião senão o islamismo, mas na prática
são muito poucos que praticam, muito poucos mesmo.

Outro caso médico que atendi que me marcou, foi uma moça de 27 anos, 
já com 8 filhos (o islã não permite uso de contraceptivos).

Mais tarde fomos visitar um outro local de atendimento médico (não posso 
chamar de hospital). Não tinham uma única gota de remédio; e na "sala de parto"
uma paciente estava dando a luz, nada mais primitivo, sem nenhuma higiene. 
Mas nada me impressionou tanto quanto os barracos dos acampamentos, 
milhares e milhares... Um dos problemas sociais mais graves que já contemplei!

No próximo relatório vou compartilhar sobre a distribuição de alimentos 
que faremos e a reunião com um grupo de cristãos secretos. Na Somália, 
se uma pessoa confessa ser cristã, ela terá duas opções: ou retornar ao islã 
ou ser morta publicamente, não sem antes ser mutilada: Cortam um braço, 
ou a mão, ou uma perna, para assim terem um tempo para se "arrepender" 
e voltar ao islã.

 José Rodrigues





             


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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Das crises mundiais ao gigante mundial.



Das Crises Mundiais ao Gigante Mundial

Três tipos de crises mundiais forçam a unidade das nações: a crise ambiental, o terrorismo internacional e as crises econômicas. Nesse sentido, alguém declarou: "Estamos sendo arrastados em direção à nova ordem mundial, empurrados pela histeria climática, esmagados pelas finanças". A crise mais recente que nos atingiu foi a crise financeira mundial...
Antes de tratarmos de um tema polêmico, seguindo a orientação de Tiago 5.1-9, quero enfatizar que, em princípio, a riqueza não é proibida pela Bíblia. Conhecemos homens da Bíblia que eram ricos, como o bem-sucedido Filemom, os ricos patriarcas e o bilionário Davi. Se meus cálculos estiverem corretos, o rei Davi, por exemplo, possuía cerca de 3.400 toneladas de ouro e 34.000 toneladas de prata, que colocou à disposição para a construção do templo (1 Cr 22.14). E ele não ficou mais pobre por isso. A Bíblia não proíbe a riqueza, mas adverte acerca dos perigos que ela representa e lamenta seu uso fora da vontade de Deus (Mc 4.19; Lc 12.15; At 5.4; Cl 3.5-6; 1 Tm 6.9-10,17; 2 Pe 2.14-15).

1. Um sinal dos últimos dias

"Tesouros acumulastes nos últimos dias" (Tg 5.3).
A palavra profética de Deus conecta os tempos finais com o mundo financeiro. Este é um sinal dos últimos tempos. O setor financeiro terá um papel significativo nestes dias e será um tema dominante. Não creio que Tiago 5 trate apenas de indivíduos ricos, que sempre existiram, mas de um mundo enriquecido e de nações economicamente ricas, como as de hoje. O cenário predito na Bíblia condiz com o mundo financeiro dos últimos dias.
Alguns exemplos:

A última hora

"Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente. Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora" (1 Jo 2.15-18).

Os grandes bancos, que obtiveram lucros bilionários, ainda assim demitiram e estão demitindo milhares de empregados.
Nossa época, como nenhuma outra, é determinada por emoções, imagens e pela ostentação de riqueza e poder. Heinz Schumacher, na sua tradução da Bíblia [para o alemão], traz a seguinte explicação sobre "soberba da vida" (v.16): "Vangloriar-se daquilo que a pessoa é, do que tem e do que pode em sua vida terrena".[1] O comentário bíblico de Menge diz que a "soberba da vida" é "orgulho como postura de vida (ou: gabar-se da fortuna, exibir-se com dinheiro, a pompa terrena)".
Com certeza, é muito significativo o fato de João ligar o mundo financeiro e sua derrota futura com a "última hora" e o "Anticristo" que virá. Ele o faz de modo semelhante a Tiago, que fala dos "últimos dias" nesse contexto. João também é o escritor do Apocalipse, e justamente quando trata da união mundial anticristã e da derrocada da Babilônia financeira, ele repetidamente menciona esta hora (Ap 18.10,17,19).

Jeroboão

A história de Jeroboão é relatada a partir de 1 Reis 11. Ele levou o povo a descaminhos como nenhum outro antes dele. Por isso ele é um tipo de Anticristo. E o Israel do seu tempo exemplifica um povo que, nos últimos dias, deixar-se-á seduzir novamente. Jeroboão provocou uma revolta, dividiu o reino e tomou dez tribos para si. Conseguiu ser declarado rei sobre Israel (dez tribos). Erigiu um bezerro de ouro em Betel e outro em Dã, uma contraposição ao serviço a Deus no templo em Jerusalém. Jeroboão instituiu um sacerdócio falso e mudou até mesmo as datas da festa dos Tabernáculos. "Pois, quando ele rasgou a Israel da casa de Davi, e eles fizeram rei a Jeroboão, filho de Nebate, Jeroboão apartou a Israel de seguir o Senhor e o fez cometer grande pecado" (2 Rs 17.21).
Os atos de Jeroboão foram tão terríveis que a Bíblia repetidamente fala do "pecado de Jeroboão". Porém, é interessante ler o seguinte a respeito desse homem: "Ora, vendo Salomão que Jeroboão era homem valente e capaz, moço laborioso, ele o pôs sobre todo o trabalho forçado da casa de José" (1 Rs 11.28).
Um "último Jeroboão" se levantará sobre Israel e sobre o mundo, e ele também fará com que tudo gire em torno de finanças.

A ira de Deus por causa do dinheiro

"Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência" (Cl 3.5-6).
Essa ira de Deus não se refere ao Dia do Juízo, mas à Tribulação futura mencionada no Apocalipse, algo que Isaías também liga com a Babilônia dos últimos tempos (Is 13.1,9-13; cf Sf 2.2-3; Rm 1.18; Ap 6.16-17).
O que será essa "idolatria" da qual o Apocalipse tanto fala, e da qual as pessoas não se arrependerão (Ap 9.20-21)? Haverá novamente ídolos de pedra ou madeira para serem adorados, ou o objeto de culto será algo mais moderno? Basta lembrar que a carta aos Colossenses chama a avareza de idolatria e enfatiza que, por sua causa, a ira de Deus virá sobre o mundo desobediente (Cl 3.5-6) e que o Apocalipse descreve essa ira de Deus – então saberemos que idolatria é essa: a dança ao redor do bezerro de ouro (o mundo financeiro) nos tempos finais. "Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria" (Cl 3.5; NVI).
Pelo visto, acumular dinheiro, esbanjá-lo e exibi-lo será um fenômeno característico dos tempos finais.

2. A atualidade das afirmações proféticas


Em princípio, a riqueza não é proibida pela Bíblia. O rei Davi era bilionário; entre outros bens, ele possuía cerca de 3.400 toneladas de ouro.
"Tesouros acumulastes nos últimos dias... Tendes vivido regaladamente sobre a terra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança; tendes condenado e matado o justo, sem que ele vos faça resistência" (Tg 5.3,5-6).
O cumprimento total do versículo 6 está reservado para a Grande Tribulação futura, mas o que está descrito nos versículos 3 e 5 já é perfeitamente visível nos dias de hoje. A região da antiga Babilônia está se transformando numa nova Babilônia – basta ver o desenvolvimento de Dubai. Essa região mostra ao mundo inteiro o quanto a Bíblia é atual.[2]
As chamadas "oligarquias" também voltaram a ter destaque desde a década de 90. O termo oligarquia deriva do grego do tempo de Platão (427-347 a.C.), e descreve o "governo sem lei dos ricos que só pensam em seu próprio benefício. Assim como a aristocracia, é o governo de poucos, com a diferença de que a aristocracia, ao contrário da oligarquia, é considerada como um governo legal, voltado ao bem comum". É interessante considerar que, desde a década de 90, essa palavra voltou a ser significativa na Rússia. Ela refere-se a empresários "que em geral são suspeitos de terem obtido grande riqueza e influência política por meios escusos durante o período caótico que se seguiu ao fim da União Soviética".[3]
A respeito, li:
...em apenas 10 anos, alguns russos entraram, da noite para o dia, para o clube mundial dos hiper-ricos. Sem escrúpulos, tiraram proveito da transição do sistema comunista para um novo sistema capitalista, garantindo para si, a preço de banana, o filé da economia russa. Estes assim chamados "oligarcas" são os vencedores de um enorme "Banco Imobiliário" (...) Os antigos administradores soviéticos mostraram-se extremamente adaptáveis, descartando rapidamente a sua ideologia e privatizando as estatais para dentro de seus próprios bolsos. (...) Os banqueiros da primeira hora ganharam milhões em dinheiro público com especulação e câmbio, sem correr grandes riscos. Apenas, não concediam muitos empréstimos. Na primeira metade da década de 90, os banqueiros eram a elite da oligarquia. (...) Na fase inicial, a propriedade das estatais foi distribuída amplamente entre a população, por meio de certificados de participação. Essa distribuição foi teórica, pois logo os antigos administradores e os novos ricos tinham garantido essas empresas para si. Isso foi possível graças à hiperinflação e à crise".[4]
"Tesouros acumulastes nos últimos dias!".

O manuseio injusto de dinheiro e poder

"Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos" (Tg 5.4).
• A renda mensal média dos cidadãos de Dubai é de 2.400 euros; já o salário dos trabalhadores estrangeiros, que cumprem jornadas de 15 horas por dia, sob uma temperatura de 40 graus à sombra, é de apenas 100 euros. Esses são os escravos de hoje.[5]
• A oligarquia, nome para um governo sem lei exercido pelos ricos, só tem seu próprio benefício em vista, e não se importa com o bem comum.
• Os grandes bancos, que obtiveram lucros bilionários, ainda assim demitiram e estão demitindo milhares de empregados.
• No final de novembro de 2008, a União Européia (UE) decidiu reduzir drasticamente as subvenções para os agricultores europeus, privando-os de uma receita importante para a manutenção de seus empreendimentos.

O colapso econômico foi predito


No Portão de Brandenburgo (em Berlim) 200.000 pessoas aclamaram Barack Obama, mesmo sem conhecer seu programa de governo.
"Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos últimos dias" (Tg 5.1-3).
O repentino colapso financeiro é um exemplo para o Dia do Senhor, que sobrevirá ao mundo como um ladrão à noite. Justamente no meio de um pico econômico, quando todos estavam otimistas, veio o crash, a crise financeira atual. A miséria e a aflição literalmente desabaram sobre o mundo das finanças. Grandes setores industriais (indústria automobilística) ruíram, e os bancos se tornaram devedores. De uma hora para outra, a recessão e a depressão se tornaram os assuntos do dia nos países mais ricos. Bilionários e suas famílias perderam grandes fortunas em poucos dias. A economia mundial e todo o sistema financeiro estão abalados. Mas tudo isso é apenas o começo, pois o juízo da própria Tribulação ainda está por vir.

3. A volta do Senhor está próxima

O retorno iminente do Senhor é mencionado três vezes em relação direta com as crises econômicas mundiais:
"Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor" (Tg 5.7).
"Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima" (Tg 5.8).
"Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas" (Tg 5.9).
Primeiro é dito duas vezes que o retorno do Senhor está próximo, e em seguida lemos que o juiz está às portas. Jesus virá para arrebatar os Seus e depois virá como Juiz. Os acontecimentos da Tribulação já serão os juízos iniciais desse Juiz.
A rebelião do mundo contra Deus e o seu Ungido é cada vez maior (Sl 2). As pessoas não querem saber de Cristo nem do cristianismo. Os cristãos são rejeitados com freqüência cada vez maior. E, você quer saber de uma coisa? O próprio Deus vai tirá-los do meio das pessoas! O Arrebatamento extrairá o verdadeiro cristianismo do mundo, para que o anticristianismo tenha seu espaço (2 Ts 2.5-12). Deus dará ao mundo o que ele deseja; Saul em vez de Davi, Barrabás em vez de Jesus, o Anticristo em vez de Cristo. O retorno do Senhor está próximo, e o Juiz está às portas.
As crises ambientais, o terrorismo internacional e a crise financeira mundial empurram o mundo para a unidade e na direção de um último "gigante mundial" profetizado na Bíblia. A revista factum publicou um artigo que dizia: "...Os sinais dos tempos chamam a atenção e lembram que estamos na última etapa da história da humanidade. Os seis primeiros juízos dos selos do Apocalipse prevêem rupturas políticas, sociais, econômicas e militares que remetem ao que já vivemos hoje".[6]
A Bíblia é clara quando fala de uma reunificação mundial, liderada por um "gigante" anticristão, a quem o dragão dará sua força, seu trono e seu poder absoluto (Ap 13.2). "Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem" (Ap 17.12-13).
Diante de tudo isso, não é surpreendente que o presidente alemão, Horst Köhler, afirmou que desejaria que os governos escolhessem "alguns sábios" para regulamentar o mundo globalizado.[7] Ou que Kofi Annan (ex-Secretário-Geral da ONU) tenha enfatizado o fato de que a crise só poderá ser resolvida de forma global.[8]
Já nos acostumamos a expressões como "cúpula econômica mundial", "sistema financeiro mundial", "ordem financeira mundial", "controle financeiro mundial", "fórum econômico mundial". Ultimamente, também ouve-se falar cada vez mais de uma "entidade ou banco central mundial".
Fica claro que os eventos descritos no último livro da Bíblia terão de se cumprir e que isso acontecerá de forma repentina e rápida. Os rumos estão sendo estabelecidos hoje. É preciso formar uma plataforma para o futuro reino mundial anticristão e seu líder. Para isso é preciso que haja unidade e, através de manobras de engano em massa, também deverá ser produzida uma nova prosperidade.

A depressão na década de 1930 na Alemanha selou o fim da democracia parlamentarista. Hitler subiu ao poder.
A depressão na década de 1930 na Alemanha selou o fim da democracia parlamentarista. Hitler subiu ao poder. Com mentiras, enganos, sedução e uma nova prosperidade econômica o país galopou em direção à catástrofe da ditadura, da Segunda Guerra Mundial, da perseguição aos judeus e, finalmente, da derrocada total do "Terceiro Reich". As crises atuais parecem servir para preparar os acontecimentos do Apocalipse. Elas clamam por segurança confiável, por uma nova ordem mundial, impelem a globalização e exigem um homem forte, um gigante mundial.

Exemplos da mídia

• Romano Prodi (ex-primeiro-ministro da Itália) disse: "Não temos alternativa senão formar os Estados Unidos da Europa".[9]
• Em um artigo, a revista Die Zeit lamentou que não haja um "líder global" adequado em vista e considerou Barack Obama como "o presidente mundial certo para o século 21".[10] O noticiário suíço 10 vor 10 tratou do tema "Barack, o salvador". Em todo o mundo, os meios de comunicação competiram para publicar relatos eufóricos a respeito dele. Ele foi chamado de "Messias" com freqüência cada vez maior. No Portão de Brandenburgo (em Berlim) 200.000 pessoas o aclamaram, mesmo sem conhecer seu programa de governo. O então presidente George W. Bush, que se declarava cristão, era demonizado e odiado, mas as mesmas massas aclamaram um homem que mal conheciam. Isso tudo é um bom exemplo para o futuro. Individualmente, as pessoas podem ser inteligentes, mas as massas sempre estão sujeitas à sedução. A história prova isso, e as conseqüências são assustadoras.
• O ex-secretário da Economia dos EUA, Prof. N. Cooper, já dizia em 1984: "Para o próximo século sugiro uma alternativa radical: a criação de uma moeda comum para todas as democracias industriais, com uma política cambial comum e um banco comum para a fixação de uma estratégia monetária (...) Como países independentes podem conseguir isso? Precisarão entregar o controle da política cambial a uma corporação supranacional".[11]
• Neste contexto uma declaração do presidente francês Nicolas Sarkozy não causa qualquer espanto: "Durante anos tentamos alcançar algo. A crise deve ser aproveitada como a oportunidade para que ela não se repita. Precisamos de uma economia de mercado humana que funcione. Isso só é possível com regras. Essas regras precisam ser definidas em âmbito global (...) precisamos de uma resposta global para uma crise global..."[12]
• A revista Veja lamentou a falta de um líder político adequado para o mundo, que precisa do estadista certo.[13]
As crises econômicas preparam o mundo para o gigante mundial que virá.

4. O Juiz está diante da porta, e um dia o homem estará diante do Juiz

"Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas" (Tg 5.9).
Cada homem será julgado, e nada será esquecido diante de Deus: "Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo" (2 Co 5.10). "Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros só mais tarde se manifestam" (1 Tm 5.24).
Diante do prédio da nossa missão na Suíça há um hotel muito bonito, chamado Sonnental (= Vale do Sol). Ele foi reformado e parcialmente reconstruído por dentro e por fora, com novas dependências e bela decoração. As cores são lindas e o atendimento é excelente. Há nele um grande spa e um restaurante de primeira linha. O Sonnental desfruta de uma boa reputação. Há algum tempo aconteceu algo estranho: uma parte do piso do estacionamento afundou. O buraco era tão grande que um caminhão poderia ter caído nele. O motivo era a existência de uma fossa negra naquele local, da qual ninguém tinha conhecimento e que não aparecia em nenhum documento ou planta.
Uma camada de terra de 2 metros de espessura cobria a fossa. O nível inferior da fossa estava 4,5 m abaixo do piso do estacionamento. Ela tinha sido desativada há muito tempo sem ter sido limpa. Como o conteúdo é muito ácido, com o tempo ele corroeu a cobertura de concreto e causou o desabamento. Cerca de 70m3 de esgoto que ainda estavam na fossa tiveram de ser aspirados por uma firma especializada e levados embora em dois caminhões-tanque. No lugar do esgoto o buraco foi preenchido com 70m3 de bom material e assim o problema foi resolvido.
Um engenheiro comentou: "O fato de a fossa não ter sido esvaziada na época foi um grave crime ambiental, e as conseqüências estão se mostrando hoje. Ninguém sabe quanto esgoto penetrou no lençol freático, já que o seu nível neste local é mais alto que o nível inferior da fossa".
Esse não é um bom exemplo para os seres humanos? Por fora muitos são um "Vale do Sol", mas por dentro está escondida uma fossa negra. Por fora as aparências são ótimas, mas interiormente a profunda fossa dos pecados ainda não foi limpa. Os pecados corroem nossa vida e podem causar grandes danos. Porém, quem permite que Jesus a limpe e depois a preencha  com seus dons, experimentará a verdade bíblica: "Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 Jo 1.7-9).

Norbert Liethhttp://www.chamada.com.br



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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Novembro de 2011 é o mais frio nos últimos 10 anos - Barretos




Barretos às 10h30 do dia 17 marcava 22º C. A umidade relativa chegava a 69% e o índice
UV em torno de 5.

A temperatura mínima registrada no Brasil, neste mês de novembro está
abaixo da média climatológica em áreas do Sul, Sudeste e parte do Nordeste
e Centro-Oeste. Conforme
mapa abaixo, as áreas que apresentam os maiores desvios, que chegam a até
-3 e -4ºC,
estão entre o Espírito Santo, zona da mata de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Segundo
informações baseadas em medições do Inmet, novembro de 2011 (até o dia 17)
está
sendo o mais frio dos últimos 10 anos.

Com relação a temperatura máxima o estado da Bahia ganha destaque, com
temperatura
até 4ºC acima da média para o mês de novembro. Nesta quinta-feira (17/11)
na Região
Serrana de SC, a temperatura mínima chegou a apenas 1,1°C (Inmet)
em Urupema (aproximadamente 10°C abaixo da média de novembro).
Esta temperatura combinada
aos ventos provocou sensação térmica que chegou aos -7°C.

Em Vacaria, a temperatura mínima registrada (ontem 16/11) foi de apenas 5,9°C.  E
em São José dos Ausentes a mínima chegou aos 6,7°C. As temperaturas foram baixas
também no planalto sul de Santa Catarina. Em Urubici, a temperatura mínima chegou
a apenas 1,6°C entre 2 e 3 horas (local). Nesse horário, o vento soprou a 51,1 km/h,
o que gerou sensação térmica de -15,5°C.


Fontes: IBT e Cepetc

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"Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia
as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem,
que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus
reina!" (Isaías 52:7)

Um comercial americano de TV da Mercedes Benz mostra seu
carro colidindo com uma parede de cimento durante um teste
de segurança. Alguém então pergunta ao porta-voz da
Mercedes: "Por que a empresa não proibe que seu projeto de
resistência, de grande sucesso, seja copiado por outras
companhias?" Ele responde, mostrando sensatez: "porque
algumas coisas na vida são importantes demais para não serem
compartilhadas".

Que tremenda verdade! Ela deve ser aplicada na transmissão
das boas novas do Evangelho. As boas novas que proclamam a
salvação em Jesus Cristo. As boas novas que a igreja não
pode guardar para si mesma.

Quando abandonamos o mundo de prazeres duvidosos e de
incertezas constantes, deixando para trás momentos de
angústia e desespero, de decepções e frustrações, começando
a caminhar pelas sendas vitoriosas da salvação, não podemos
nos conter e nem esconder
o grande contentamento agora
experimentado. Queremos imediatamente transmitir toda a
nossa felicidade e o que o Senhor começou a fazer em nossas
vidas e através delas.

Quando a alegria do Senhor fortalece a nossa vida
espiritual, nos dando vitória nas lutas, o nosso coração se
enche de júbilo e a nossa maior satisfação é repartir aquele
instante com o maior número possível de pessoas.

Eu não quero me calar. Quero compartilhar as bênçãos do
Senhor, quero tornar conhecida a paz que só Cristo pode dar,
quero transmitir o amor que tenho experimentado em Deus,
quero bradar em alta voz que "só Jesus Cristo salva"!


Tudo isso tem sido muito importante para minha vida e quero
compartilhar. E você, tem desfrutado das bênçãos do Senhor?
Tem falado sobre isso com seus amigos?


tprobert@terra.com.br
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domingo, 20 de novembro de 2011

LEIA: O Brasil perderá a Amazônia?






Folha de São Paulo - ( matéria enviada por Fernando Pisarro)

Tribos indígenas apoiados por mais de 100.000 ONGs internacionais na sua maioria financiadas internacionalmente reivindicam seus "direitos" ao uso do sub-solo!

É o primeiro passo rumo à independência política, econômica e administrativa. Demorou, mas acabou acontecendo, como era mais do que previsível. As tribos indígenas da chamada Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de reserva ambiental onde é proibida atividade econômica, estão mobilizados para defender a mineração nessas áreas de preservação. E não se trata de um movimento brasileiro, mas de caráter internacional.

Representantes de etnias do Brasil, da Colômbia, do Canadá e do Alasca (EUA)preparam uma "carta declaratória" aos governos brasileiro e colombiano, reivindicando os direitos indígenas à terra e o apoio à mineração.

"Solicitamos ao Estado brasileiro a aprovação da regulamentação sobre mineração em territórios indígenas, porque entendemos que a atividade legalmente constituída contribui com a erradicação da pobreza", diz o documento ao qual a Folha de S. Paulo teve acesso.

A mineração em terras indígenas é debatida desde a Constituição de 1988, que permitiu a atividade nessas áreas, caso regulamentadas. O projeto de lei nº 1.610, que trata dessa regulamentação, está em tramitação no Congresso desde 1996.

Mas este é apenas o primeiro passo. Quando se fala em tribos indígenas, na verdade está se tratando de um movimento internacional muito poderoso, integrado pelas mais de 100 mil ONGs nacionais e estrangeiras que atuam na Amazônia. A reivindicação da extração mineral é apenas a ponta do iceberg. Os índios e os "gringos" querem mais, muito mais.

Com a progressiva ocupação da Amazônia, a partir do período colonial as tribos foram se afastando, subindo os afluentes do Rio Amazonas, para ficarem o mais longe possível dos colonizadores. Resultado: por questões geológicas, as terras mais altas que hoje as tribos ocupam são justamente onde estão localizadas as mais ricas jazidas minerais da região.

As tribos na verdade estão exigindo que o Brasil reconheça e obedeça os termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. O Brasil em 2007 assinou esse tratado da ONU, que reconhece a independência administrativa, política, econômica e cultural das chamadas nações indígenas, mas depois se arrependeu e não quer cumprir as determinações do documento.

Se o governo brasileiro já estivesse cumprindo os termos do tratado, as tribos nem precisariam estar reivindicando o direito de mineração em suas respectivas reservas, porque seriam países independentes, onde nem mesmo as Forças Armadas brasileiras teriam o direito de entrar, segundo os incisivos termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que está disponível a todos na internet, mas poucos se interessam em ler.

O tratado foi assinado pelo Brasil no governo Lula, quando Celso Amorim era ministro das Relações Exteriores. O fato de o Brasil ter aceitado sem ressalvas o acordo internacional, que foi rejeitado por vários países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, é um dos motivos do baixo prestígio de Celso Amorim junto à cúpula das Forças Armadas.
Porque será que 90% das ONGs em todo Brasil estão atuando na Amazônia?
Somos ROUBADOS EM 4 "VALES DO RIO DOCE "POR ANO!

Já escrevi antes sobre esse precioso metal em 2009 e 2010, e agora encontrei esse vídeo que sintetiza tudo o que eu já divulguei sobre esse absurdo: O praticamente único produtor mundial deste minério que é o Brasil com 98% das reservas do planeta!

O ABSURDO É QUE NÓS NÃO DETERMINAMOS O PREÇO DA VENDA E SIM POR INCRÍVEL QUE PAREÇA OS CONSUMIDORES!
É CASO ÚNICO EM TODAS COMMODITIES COMERCIALIZADAS EM TODAS AS BOLSAS do MUNDO.

Este vídeo acima mostra tudo!

Repasso esta matéria escrita por Manoel Soriano Neto


Máfia verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial se constitui em uma excelente obra, que retrata e denuncia minuciosamente, ao longo de onze capítulos e mais de 300 páginas, uma sofisticada e bem articulada organização político-econômica, em escala mundial, capitaneada pela oligarquia anglo-americana, que patrocina inúmeras Organizações Não Governamentais (ONGs), como: a Fundação Ford, Fundação Rockefeller, Fundação MacArthur, Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e Greenpeace, entre outras.

As inúmeras ONGs patrocinadas pelo alto capital americano e britânico recebem uma agenda de ações para ser empregada, em especial nos países do Terceiro Mundo, como por exemplo o Brasil, em face de sua importância geopolítica e estratégica no mundo e também pelas suas incomensuráveis riquezas naturais, materializadas principalmente pela Região Amazônica (historicamente alvo de cobiça internacional).

Segundo consta no supracitado livro, o Governo Mundial vem impondo ano a ano a sua agenda de afim de controlar as ações dos governos dos países no Terceiro Mundo e se se apoderar lentamente dos territórios e das jazidas de materiais estratégicos como o Nióbio. Este controle também é extensivo às populações destas nações as quais devem ser manipuladas a adotarem comportamentos favoráveis à agenda globalista, como ambientalismo, indiginismo, preservação ambiental, gayzismo, abortismo e criação de área ambiental, entre outros.

As inúmeras ONGs nacional e internacional patrocinadas pelo Governo Mundial são incumbidas de pressionar e até mesmo impor aos governos dos países do Terceiro Mundo uma infundada, inescrupulosa e apátrida agenda ambientalista e de direitos humanos, que uma vez efetivamente posta em execução inviabiliza totalmente desenvolvimento sócio-econômico nacional, colocando em risco o futuro do País como nação soberana.

Tendo em vista que as riquezas minerais são finitas e paulatinamente estão se exaurindo, o Governo Mundial vê com muita preocupação este problema e com isso vem buscando estrategicamente se apoderar e controlar das reservas minerais dos países do Terceiro Mundo por intermédio de suas ONGs.

Intensas e vultuosas campanhas publicitárias de desinformação são patrocinadas, inclusive por governos nacionais, no sentido de seguir caninamente a agenda globalista do Governo Mundial. Com isso, irresponsavelmente propala uma radical preservação do meio ambiente, criação de reservas indígenas e unidades de conservação ambiental, o que gera a criação de um psicótico senso comum em volta destas temáticas, seduzindo à sociedade como um todo a defender e professar, como inocentes úteis, os objetivos estratégicos do Governo Mundial.

O livro ainda relata que durante os governos militares as ONGs do movimento ambientalista internacional não tiveram sucesso no País, já que a orientação desenvolvimentista daquele período somado ao antimalthusianismo nacionalista dominante no Itamaraty não propiciaram um terreno fértil para os séquitos dos movimentos ambientalistas.

Com a "redemocratização"do País a partir de 1985, o movimento internacional ambientalista ganhou força no Brasil e encontrou as "fronteiras" abertas para sua ideologia, já que os governos civis cederam às pressões internacionais e com isso as ONGs nacionais e internacionais se proliferaram e passaram a impor e a pressionar aos governos nacionais seguirem as agendas do Governo Mundial.

Interessante que no livro Máfia Verda apresenta uma transcrição de uma entrevista ocorrida em 1983, do Sr Thomas Lovejoy, ativista do renomado movimento ambientalista WWF. Nesta entrevista, ele falou abertamente sobre os objetivos da estratégia ambientalista:

Pergunta: Você é contra o desenvolvimento? Os brasileiros não sabem desenvolver suas regiões inexploradas?

--- Certamente. Mas isso não significa que somos contra o desenvolvimento. Somos contra o desenvolvimento descuidado. Quem você pensa que sou? Você sabe realmente quem sou? Sou o presidente do comitê executivo da diretoria da (seguradora) Metropolitan Life.Você sabe quem é realmente Russel Train (na época, presidente do WWF-EUAe ex-alto funcionário da OTAN)? Quem, diabos, você que faz investimentos no setor em desenvolvimento? Quem ganha dinheiro? Dê uma olhada na diretoria do WWF e você encontrará os líderes da comunidade empresarial e financeira! Somos nós que investimos. Lucramos e queremos continuar assim- ao mesmo tempo em que estamos protegendo os animaizinhos...O maior problema são estes malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convêm. Eles querem se tornar potências, estados soberanos e elaboram suas estratégias....Nós achávamos que podíamos controlar melhor as coisas argumentando com esses líderes, esses tolos nacionalistas. Superestimamos a nossa capacidade de controlar, sem dúvida. Não, o problema real é este nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais leva. Não é fácil. Antes de tudo, precisamos ter certo controle sobre os ministros de planejamento nestes países, especialmente os países maiores. .......Os brasileiros- e eu sei disto de uma experiência de 17 anos-pensam que podem desenvolver a Amazônia, que tornar-se superpotência. Vivem de peito estufado com isso. Portanto, você tem de ser cuidadoso. Você pode ganhá-los com pouco. Deixe-os desenvolver a bauxita e outras coisas, mas restruture os planos para reduzir a escala dos projetos de desenvolvimento energético alegando razões ambientais .


Felizmente, o livro nos mostra e alerta de forma muito contundente e convincente as verdadeiras artimanhas que estão sendo deliberadas e gestadas pela oligarquia anglo-americana no sentido de pressionar o Governo brasileiro a seguir incondicionalmente a uma dominadora e hegemônica agenda internacional, que obstaculiza plenamente o nosso desenvolvimento sócio-econômico, chegando até a comprometer a nossa plena soberania e o futuro das próximas gerações.

Este livro deveria ser amplamente difundido para que um crescente número de pessoas formadores de opinião tomem conhecimento da latente ameaça aos interesses nacionais.

Todo brasileiro deve ser vigilante e atento às potenciais ameaças internas e externas que rondam nosso País, já que desde a sua gênese o Brasil vem sendo alvo de intensas e permanentes cobiças internacionais, antes veladas e agora ostensivas, em face de suas amplas e diversificadas potencialidades naturais.

O Governo Mundial vem impondo ano a ano a sua agenda de afim de controlar as ações dos governos dos países no Terceiro Mundo e se se apoderar lentamente dos territórios e das jazidas de materiais estratégicos como o Nióbio. Este controle também é extensivo às populações destas nações as quais devem ser manipuladas a adotarem comportamentos favoráveis à agenda globalista, como ambientalismo, indiginismo, preservação ambiental, gayzismo, abortismo e criação de imensas áreas de "proteção" ambiental, entre outros.

Agora descubro que roubalheira não é nova! O Jornal Folha de Boa Vista em 26 de Agosto de 1.997 já estampava longa matéria com o título MINA DE NIÓBIO. (repare no valor calculado pela estatal CPRM em U$ 1.067.519.000,00 em 1.997 na cotação da época de R$1.085,00 - Hoje valeria UM TRILHÃO, OITOCENTOS E OITENTA E NOVE BILHÕES, QUINHENTOS E DEZ MILHÕES E TREZENTOS E NOVENTA E OITO REAIS!!!

Há algum tempo existiu na televisão num desses programas humorísticos um quadro em que uma bela loura com carregado sotaque americano, ao final de cada historinha contada pelo seu patner, ela ensejava:
-
Brasileiro é tão bonzinho...

É verdade! E maior verdade ainda é "político brasileiro é tão bonzinho" que entrega de mão beijada nossas estupendas riquezas por um preço para o custo país - ínfimo - mas, para eles vantajoso. E nessa política eles seguem dilapidando o patrimônio nacional, uma vez que, não encontram a menor resistência por parte de nenhum dos poderes constituídos do país.

O caso mais VERGONHOSO e IMORAL é o da dermacação de áreas índigenas, especialmente, das reservas Ianomami e Raposa do Sol.

Foi o ex-presidente e hoje senador Collor quem decretou a demarcação, por pressão dos Estados Unidos, da vastíssima "Reserva Ianomami", de cerca de 97 mil Km2, destinada a uma suposta preservação da referida tribo. Tal reserva, além de chamar à atenção pela enorme área em relação à pequena população indígena lá existente, ainda uma parte se encontra situada na faixa de fronteira de 150 Km, o que desrespeita o parágrafo 2º, inciso XI, do Art. 20 da nossa Constituição.

No caso da reserva Raposa do Sol são 1.743.089 hectares para abrigar um punhado de índios, tudo de mentirinha.

Veja como se entrega o nosso "ouro" para os gringos

O estudo "A Questão Minerária na Amazônia: a Coincidência das Áreas Indígenas", do vice-governador de Roraima, Salomão Cruz, e do economista Haroldo Amoras, aponta a relação entre as áreas demarcadas ou pretendidas pela Funai com os minérios.

"Apesar de entidades desmistificarem a tese que a demarcação de terras indígenas não são efetivadas considerando os veios minerais que lhes percorrem o subsolo, suas ligações com ONGs e as ligações destas com financiadores externos, as coincidências levam a crer o contrário, basta analisar a ampliação destas e a possibilidade de existência de minérios apontados pelo Projeto Radam no final dos anos 80", diz o estudo.

Os autores citam como exemplo o ocorrido na Gleba Noroeste (37) na área Yanomami; "É visível o caminho percorrido buscando a sinuosidade apresentada pelos veios minerais, sendo notória a área pretendida Raposa Serra do Sol e as curvas sofridas pela ampliação da área Yanomami - Gleba Noroeste (37). Parte desta gleba estava fora da área pretendida pela Funai e após a descoberta de fosfato pela CPRM, a reserva foi ampliada, excluindo 27 propriedades rurais, a maioria detentoras de título definitivo ou posse".

A reserva Yanomami é uma das mais ricas reservas minerais do planeta. É nela que se encontram as maiores jazidas conhecidas de nióbio do mundo, metal considerado de alto valor estratégico. Segundo o relatório da Comissão Externa da Câmara, o nióbio é "mais leve que o alumínio, quando adicionado ao aço, sua resistência é muito superior à de chapas blindadas de aço cromo-niquelado, o que explica o grande interesse da indústria bélica por esse mineral. Ele é usado na construção de cosmonaves e satélites, por ser resistente ao frio cósmico e ao impacto de pequenos meteoritos, além de ser um grande condutor: um arame com espessura de um fio de cabelo tem a mesma condutividade de um cabo de cobre de uma polegada".

A jornalista Rebecca Santoro nos conta sobre a farsa dessa tribo IANOMAMI que nunca existiu, uma tribo defendida pelas ONGs entrangeiras de picaretas que infestam e infectam a nossa Amazônia e abençoada pelos "verdes", como Marina Silva, que endossam esse crime que está sendo praticado contra o nosso país.

Índio quer apito e gringo quer nióbio
→ O Almirante Gama e Silva, em 21 de abril de 2008, publicou o artigo 'Ianomami! Quem?', no qual falava sobre o livro "A FARSA IANOMÂMI", escrito pelo Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, homem que conheceu Roraima muito bem, pois, comandou 2º Batalhão Especial de Fronteira naquele Estado, de 1969 a 1971, e, 14 anos depois, veio a ser Secretário de Segurança do antigo Território Federal. Este oficial, fazendo um estudo de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, procurou provar que os "ianomâmis" haviam sido criados por estrangeiros.

Menna Barreto, além de outras fontes também fidedignas, afirma que coube a uma jornalista/fotógrafa suíça, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado "IANOMÂMI", localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA. Claudia teria sido 'inspirada' pela organização denominada "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL", ou CONSELHO MUNDIAL DE IGREJAS (CMI), sediada na SUIÇA, e que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: "Comitê International de la Defense de l´Amazon"; "Inter-American Indian Institute"; "The International Ethnical Survival"; "The International Cultural Survival"; "Workgroup for Indigenous Affairs" e "The Berna-Geneve Ethnical Institute".

Gama e Silva destaca, ainda, em seu artigo, texto integral do item I, das "Diretrizes" desta organização referentes ao BRASIL: "É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico".

A fotógrafa Cláudia Andujar que inventou a historinha dos ianomami

O Professor Marcos Coimbra é outro que afirma que a fotógrafa Cláudia Andujar inventou a pretensa cultura Ianomâmi, para designar todas as tribos dispersas pela região, "fossem quais fossem as suas origens, suas línguas e suas características culturais". Coimbra lembra, também, que foi Claudia quem promoveu a criação da organização não-governamental "Comission for the Creation of the Yanomami Park" (CCPY), "que durante quinze anos pressionou por todos os meios o governo brasileiro no sentido de criar uma área exclusiva para aqueles índios, que totalizavam então pouco mais de onze mil pessoas. Em 1992, finalmente, foi vitoriosa". (E, hoje, os índios estão lá, na reserva, morrendo)

No artigo, o Almirante Gama e Silva também cita o Almirante Braz Dias de Aguiar, o "Bandeirante das Fronteiras Remotas", que, ainda no cargo de Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão, passou 30 anos dedicando-se a demarcar nossas fronteiras na Amazônia. Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios, além dos trabalhos detalhados que fazia sobre determinadas áreas. Num desses trabalhos - O VALE DO RIO NEGRO – cita, nominalmente 25 tribos da região e mais as 15 famílias do grupo TUCANO, que eram dividas em três ramos. Em toda essa documentação não há uma só palavra sobre os tais dos Ianomâmis.

Livro do Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto

Deu para entender como o brasileiro é bonzinho? De Collor ao governo Lula o Brasil entregou aos 300 picaretas que querem dominar o mundo, um território que cabe a Europa e mais alguns países, que tem a maior reserva de minérios preciosos do mundo - dentre eles o nióbio - com base numa farsa humanista que tem como protagonistas 100 mil ONGs estrangeiras que exploram nossas riquezas.
Enquanto tudo isto está acontecendo a sociedade, o Congresso e a mídia, estão discutindo o sexo dos anjos.

Então, paciência, merecemos o governo pé de chinelo que temos. Merecemos ser gozados pelos portugueses pela entrevista mais ralé que um chefe de estado brasileiro já concedeu à imprensa internacional. Merecemos acreditar numa mentira proferida por um presidente da República no exercício do cargo negando a existência do maior caso de corrupção da história deste país - o Mensalão do PT - e ainda receber 110% de aprovação do seu governo tão mentiroso como esta falsa alegação.
Merecemos sim, afinal o brasileiro é tão bonzinho...

Fonte: Blog
movimento ordem vigília contra a corrupção




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