segunda-feira, 16 de julho de 2012

Nova diretriz de segurança nacional dos EUA iguala grupos pró-vida a terroristas



Dois anos depois de ter ultrajado conservadores pró-vida e 
indivíduos que acreditam no governo limitado, o Ministério de 
Segurança Nacional dos EUA financiou outro relatório que 
aponta como fontes potenciais de terrorismo os grupos contra 
o aborto, cristãos "fundamentalistas" e pessoas que 
"não veem com bons olhos a autoridade do governo federal 
central".
O relatório, que busca analisar regiões dos EUA mais 
suscetíveis a ataques terroristas, atribui a maior parcela de 
violência nos últimos 40 anos a organizações de "causa única", 
mencionando grupos "anti-aborto" como o primeiro de 
apenas quatro exemplos: "anti-aborto, anticatólico, 
antinuclear e anti-Fidela Castro".
Brian Clowes, diretor de pesquisa da organização 
Human Life International, escandalizou-se com o relatório. 
"Eles estão dissimulando", disse para LifeSiteNews. 
"Colocam anti-nuclear como um contrapeso quando estão
 na verdade atrás de grupos pró-vida", acrescenta Clowes. 
"O mais impressionante é que os sindicatos não são 
mencionados de forma alguma no relatório, quando 
provavelmente eles foram responsáveis por mais atos 
terroristas do que a soma de todos os grupos mencionados".
O relatório "Áreas de Tensão Terrorista e Outros Crimes 
nos Estados Unidos de 1970 a 2008" (Hot Spots of 
Terrorism and Other Crimes in the United States, 1970 
to 2008"), escrito por Gary Lafree e Bianca Bersani, 
concluiu que grupos de causa única perpetraram mais 
atrocidades e por um período maior do que terroristas 
 de "extrema esquerda", "extrema direita", "religiosos" 
e "étnico-nacionalistas".
"A última década foi dominada por ataques de causa 
única", escrevem.
Além das duas referências a manifestantes "anti-aborto",
 os outros malfeitores incluem grupos conservadores, 
cristãos fundamentalistas, marxistas e nacionalistas.
Possíveis terroristas alinhados à "extrema direita" são 
escritos como "nacionalistas" (orientação contrária à 
universal ou internacional), antiglobal, que suspeitam da 
autoridade federal centralizada, que reverenciam a
liberdade individual e que acreditam em teorias da 
conspiração que envolvem uma grande ameaça à 
soberania nacional e/ou à liberdade individual".
O registro de terroristas religiosos (categoria ampla o 
suficiente para incluir Gary North e Osama bin Laden) — 
alerta contra os que "buscam atacar os supostos 
 inimigos de Deus e outros malfeitores, impor princípios 
ou leis religiosas na sociedade (fundamentalistas)", 
ou "forçadamente inserem a religião na esfera política
 (por exemplo, os que buscam politizar a religião, 
como os reconstrucionistas cristãos e os muçulmanos)". 
Além da aprovação do Ministério de Segurança 
Nacional (MSN), o relatório afirma que foi organizado 
para "auxiliar os grupos de inteligência e policiamento 
para identificar potenciais ameaças terroristas e
apoiar formuladores de políticas para desenvolver
esforços preventivos".
LeFree e Bersani escreveram o trabalho para o 
Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e 
de Respostas a Ele [National Consortium for the 
Study of Terrorism and Responses to Terrorism 
(START)] na Universidade de Maryland, que recebeu
 uma ajuda inicial de US$ 12 milhões do MSN.
Os pesquisadores alegam não ter encontrado nenhum
 ataque terrorista de motivação religiosa, um total que
parece ignorar o o bombareio ao World Trade Center 
em 1993, conduzido pelo sobrinho de Khalid Shaikh Mohammed.
A avaliação deles, publicada no fim de janeiro, segue a
 tendência do governo Obama de minimizar a 
importância do extremismo islâmico enquanto enfatiza 
uma suposta "ameaça terrorista" cristã, pró-vida e 
pró-casamento tradicional.
Um relatório do MSN publicado em 2009 era intitulado
 "Extremismo de Direita: Situação Política e 
Econômica Estimulando o Ressurgimento da 
Radicalização e do Recrutamento ("Rightwing [sic.] 
Extremism: Current Economic and Political Climate
Fueling Resurgence in Radicalization and Recruitment") 
identificou "grupos e indivíduos dedicados a uma causa
 única, como a oposição ao aborto e à imigração" e 
a oposição ao "casamento" entre pessoas do mesmo
 sexo como "a ameaça terrorista doméstica mais 
perigosa nos Estados Unidos". O MSN mais tarde 
recolheu o relatório.
No entanto, o MSN e agentes do FBI posteriormente 
frequentaram um seminário de treinamento a respeito 
de um suposto terrorismo pró-vida, realizado pela 
Federação de Planejamento Familiar [a maior rede 
de clínicas de aborto dos EUA], a Federação 
 Nacional do Aborto e a Fundação da Maioria 
eminista (Feminist Majority Foundation). Depois
 de igualar liberdade de expressão à violência, os
 organizadores distribuíram um guia listando três 
páginas de sites aparentemente extremistas, 
como o do grupo Padres pela Vida (Priests for Life), 
do Centro Americano para Lei e Justiça e da 
emissora Chistian Broadcasting Network 
[do Rev. Pat Robertson, famoso no Brasil pelo 
Clube 700].
As mesmas presunções ideológicas vêm desde 
o governo democrata anterior. O programa da 
era Clinton chamado Conspiração de Violência 
Contra Profissionais de Aborto [Violence Against 
Abortion Providers Conspiracy (VAAPCON)] 
organizou um vasto banco de dados com
 informações de ativistas pró-vida tão diversos 
quanto o último arcebispo de Nova Iorque, o 
Cardeal John O'Connor, o grupo Mulheres 
Preocupadas pela América [fundado por Beverly
 LaHaye] e o Feministas pela Vida, supondo 
que os movimentos pró-vida escondiam um 
plano secreto para assassinar abortistas. Tal 
 plano nunca foi descoberto.
O especialista constitucional John Whitehead, 
do Instituto Rutherford expressou preocupação 
de que a Lei de Defesa Nacional [National 
Defense Authorization Act (NDAA)] "permita 
que as forças armadas batam na sua porta 
se você for um 'terrorista em potencial' e coloquem
 você sob detenção militar".
O estudo da START alega que durante o
 intervalo de 40 anos examinados, grupos de 
causa única atacaram o maior número de
 localidades: 185 países. O terrorismo 
religioso foi "muito menos prevalente", 
afetando apenas 26 países.
LaFree concluiu que a "diversidade linguística", 
associada a regiões poliglotas "evidenciam 
uma relação forte e positiva com ataques terroristas 
e crimes comuns". Comparando as variáveis para 
o terrorismo de motivação política e outros 
crimes, eles concluem que "nossa pesquisa… 
sugere que a heterogeneidade étnica é 
consideravelmente associada a países onde os
 terroristas atacam". Inversamente, "países 
com mais moradias estáveis e uma proporção
 maior de residentes brancos e não hispânicos 
são menos propensos a sofrerem com 
ataques terroristas e crimes comuns".
Os analistas esperam fazer mais pesquisas a 
respeito de quais línguas estrangeiras os 
terroristas costumam falar.
Ben Johnson
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do 
artigo do LifeSiteNews: 
"New Homeland Security lumps anti-abortion groups in with terrorists




Twitter: http://twitter.com/andrermendonca
Facebook: http://www.facebook.com/andrermendonca
Blog Novo Tempo: http://novotempoagora.blogspot.com/

BRASÍLIA, CAPITAL DA ADORAÇÃO - BRASIL, TERRA DO AVIVAMENTO
TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Gentileza não escrever em LETRA MAIÚSCULA. Por favor, respeite. Palavrões, ofensas e coisas do gênero não serão aceitos. Muito obrigado. Deus o abençoe.