quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Josué, o homem que parou o tempo

Os gibeonitas tinham enganado a Josué, pois temiam os israelitas que iam “ganhando” terras e vencendo guerras, pois uma promessa do Senhor era de que “Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado…” Josué 1:3 um líder que fazia e não esperava, portanto confiava na promessa que Deus tinha feita a seu povo, os gibeonitas provavelmente ficaram sabendo das proezas que o Deus dos israelitas havia feito no mar vermelho, no rio Jordão e principalmente nas muralhas de Jericó e com toda a razão os temiam.

Eles não esperaram foram de encontro a Josué e o enganaram fingindo terem vindo adorar aquele Deus que havia destruído uma fortaleza como Jericó e os israelitas sem consultar a Deus (Js 9:14) fizeram um acordo de paz com eles e pior de proteger os heveus (assim que eram chamado o povo que vinha de Gibeão). E sucedeu logo que Gibeão fora sitiada por cinco reis e conforme o pacto selado com os gibeonitas Josué foi defendê-los e no meio de uma grande luta ele percebeu que o dia estava se esvaindo e não conseguiria destruir os cinco reis inimigos dos heveus, foi então que na frente do povo com uma fé inabalável disse Josué: “… Sol, detém-te em Gibeão, e tu Lua, no vale de Aijalom.” Js 10:12, utilizando a linguagem da época ele pediu que o tempo parasse até que vencessem a batalha e o tempo parou por quase um dia (alguns estudos afirmam que foi cerca de 23 horas), mas isso a meu ver é irrelevante o que é relevante é a fé desse homem sem conhecimento de astronomia ou algo do tipo ele creu e pediu que o Sol e a Lua parassem em 2 Reis 20:9 Isaías fala ao rei Ezequias que o tempo se “acertaria” voltaria a sombra em dez graus, como diz a bíblia não houve dia semelhante a este, pois existiu um homem por meio da sua enorme FÉ parou o tempo, esse homem foi Josué a prova de com a fé não existe impossível.     


Evangelizai - Blog Gospel

IBGE diz que produção industrial tem a maior queda de 2012




A produção industrial registrou queda de 1% em setembro na comparação com agosto, quando o resultado tinha sido de alta de 1,7% ante julho. A retração de agosto para setembro é a mais intensa desde janeiro deste ano, quando a produção recuou 1,8%.

A produção da indústria inverteu, em setembro, uma sequência de três meses consecutivos de resultados positivos. Entre junho e agosto, o setor acumulou uma alta de 2,2%.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com setembro do ano anterior, houve queda de 3,8%. Com isso, o acumulado do ano foi de -3,5%. Nos últimos 12 meses, a produção industrial registrou queda de 3,1%.

Entre as quedas de destaque na comparação com agosto, estão os setores de máquinas e equipamentos (-4,8%), produtos químicos (-3,2%) e alimentos (-1,9%).
Já as altas mais significativas foram registradas pela indústria farmacêutica (6%) e outros equipamentos de transporte (4,4%).

Principal responsável pela retomada da indústria de junho a agosto, o setor de veículos automotores registrou queda de 0,7% de agosto para setembro.
Beneficiado pela redução de IPI, o ramo viu uma antecipação de compras em agosto diante da perspectiva do fim do incentivo fiscal.
Diante disso, houve uma perda de ritmo de produção em setembro.

Folha de São Paulo