quarta-feira, 24 de abril de 2013

Crescimento evangélico chama atenção em meio aos políticos



Todas as polêmicas que estão girando em torno do pastor e deputado federal Marco Feliciano desde que ele se tornou presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados está chamando atenção para a grande atuação política de parlamentares evangélicos no Brasil.
O jornal O Estado de São Paulo fez um levantamento onde mostrou que a maioria dos parlamentares evangélicos irá concorrer novamente em 2014, e que os evangélicos tem um número maior parlamentares que os católicos atuando em meio a política.
No Congresso Nacional, já é conhecida a atuação da chamada Bancada Evangélica, que envolve 70 deputados federais e 3 senadores. Em apenas três Estados (São Paulo, Paraná e Pernambuco) possuem bancadas evangélicas oficiais. Nas outras Assembleias estaduais, os deputados evangélicos atuam como grupo de forma pontual.
Segundo o Censo 2010, o Brasil tem cerca de 42,3 milhões de pessoas se declarando evangélica, cerca de 22,2% de sua população. Atualmente, todos os Estados têm evangélicos militantes em suas Assembleias.
Somente no Rio Grande do Norte (região com maior índice de representação política) e na Paraíba existe a mesma proporção de evangélicos e católicos militantes: 4% e 1%, respectivamente. Chama atenção o quadro no Piauí, proporcionalmente o Estado mais católico do Brasil, que não tem nenhum militante católico na Assembleia. Embora sejam apenas 10% de evangélicos na população, 6% de deputados são evangélicos.
O jornal deixa claro que seu levantamento excluí os deputados evangélicos e católicos cuja religião não é destacada na sua busca por votos nem na sua atuação parlamentar. Os políticos que preferem usar a religião como aspecto essencial de seus mandatos, fazem articulações políticas mais amplas, independentemente da posição dos partidos e conseguem resultados que mostram sua força.
Confira abaixo o gráfico do levantamento:


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